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Zuckerberg e Musk pedem mais centros de dados de IA no G20

Mark Zuckerberg e Elon Musk defendem novos centros de dados de IA e energia elétrica no encontro de ministros da Tecnologia do G20 nos EUA.

02 de set., 00:00 12 fontes · 9 países Infra
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Sala de servidores de um centro de dados com luzes piscando Foto: panumas nikhomkhai / Pexels

Durante uma reunião de ministros da Tecnologia do G20 nos Estados Unidos, Mark Zuckerberg e Elon Musk defendiam a construção de novos centros de dados para inteligência artificial e a garantia de energia elétrica para alimentá-los, conforme reportaram O Globo, Japan Today, Malay Mail e RFI Afrique.

O que foi pedido

Mark Zuckerberg afirmou que a expansão da infraestrutura de IA exigiria centenas de milhares, talvez milhões, de vagas especializadas, simplesmente porque a demanda por data centers é enorme, segundo O Globo e Malay Mail.

Reconheceu, porém, um gargalo na Meta: não conseguem recrutar profissionais qualificados suficientes para levantar esses centros, segundo O Globo.

Elon Musk alertou que os centros de dados de IA consomem muita energia elétrica e que uma futura escassez poderia favorecer a China, conforme informaram O Globo e Malay Mail.

Musk também criticou a regulamentação europeia, dizendo que as regras existentes estão atrapalhando a inovação, e defende menos restrições, segundo O Globo e Malay Mail.

Demis Hassabis, citado pelo Malay Mail, destacou o potencial econômico de alcançar uma IA com capacidade humana.

O Globo mostra Zuckerberg exibido em uma tela durante a reunião em Chapel Hill, Carolina do Norte, em 1º de setembro de 2026. O Malay Mail publica a mesma imagem, mas data o evento de 2 de setembro de 2026.

Oposição crescente e a batalha pela energia

As declarações saíram num momento de crescente resistência à construção de centros de dados de IA nos Estados Unidos, um debate já inserido na campanha para as eleições de meio de mandato, segundo O Globo e Malay Mail.

O encontro, organizado pela Casa Branca em Chapel Hill, foi pensado para debater as disrupções e oportunidades da IA e, segundo as fontes, tinha como meta manter essa revolução tecnológica longe de regulamentações pesadas e fiscalização estatal.

Usina de energia solar com painéis em campo aberto
Foto: Alex Sanchez / Pexels

Segundo o Malay Mail, a onda de oposição ganha força com preocupações sobre contas de energia mais altas, ruído gerado pelos centros e a pressão política das eleições norte-americanas.

As duas publicações confirmam que os executivos não estiveram fisicamente presentes. Participaram por meio de links de vídeo, conectando-se aos ministros que estavam na sala.

Onde as versões se separam

O Globo data o evento de terça-feira, 1º de setembro de 2026. Malay Mail também chama o dia de terça-feira, mas assinala 2 de setembro do mesmo ano, segundo suas publicações.

Japan Today e RFI Afrique se limitaram ao apelo por mais centros de dados, sem detalhar energia, mão de obra ou o cenário político. Nenhuma traz menção a discursos específicos ou contexto eleitoral.

O Malay Mail traz detalhes adicionais: a crítica de Musk às regulamentações europeias e a menção de Hassabis sobre o impacto econômico da IA de nível humano, pontos ausentes nas outras coberturas.

Enquanto algumas publicações se contentam com o pedido de infraestrutura básica, outras expandem para questões de emprego, energia, regulamentação e projeções econômicas.

Apurado em 12 fontes

Free Malaysia Today (Malásia)

ver as 12 fontes

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