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Louise Haigh diz que Reino Unido ouvirá alertas da IA

Louise Haigh disse que o governo britânico vai ouvir especialistas sobre riscos da IA, citando seu potencial para serviços públicos, crescimento e ciência, mas

15 de set., 16:10 8 fontes · 4 países Regulação Regulação
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Reunião de governo debatendo inteligência artificial Foto: Héctor Berganza / Pexels

Louise Haigh disse que o governo britânico vai ouvir os alertas de especialistas sobre os riscos da inteligência artificial, destacando o potencial da tecnologia para melhorar serviços públicos, impulsionar o crescimento empresarial e avançar na ciência.

Falando na conferência anual do TUC em Brighton, ela acrescentou que, sem as devidas barreiras de segurança, há riscos graves à segurança nacional e à sociedade.

Ela também lembrou que o prefeito de Greater Manchester, Andy Burnham, se ausentou do evento após o falecimento de seu pai.

O secretário de Negócios, Jonathan Reynolds, disse que o Reino Unido não deve ser complacente nem exagerar diante da IA, confiando nos mecanismos de segurança existentes.

O Comitê de Negócios, Inovação, Ciência e Comércio da Câmara dos Comuns convocou o Instituto de Segurança do Reino Unido para prestar depoimento em 13 de outubro; seu presidente, Liam Byrne, afirmou que a preocupação pública com o desenvolvimento desgovernado da IA tem se intensificado.

Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump classificou os temores sobre a IA como uma farsa e afirmou que o único "guardrail" necessário seria um presidente forte e inteligente.

Parlamentares trabalhistas pediram que o governo use a presidência do G20 do próximo ano para impulsionar regulamentação global da IA, com Darren Jones advertindo contra a criação de um novo regulador que poderia prejudicar o ecossistema de IA do Reino Unido.

Cientistas analisando modelos de inteligência artificial em laboratório
Foto: Pavel Danilyuk / Pexels

Paul Nowak, secretário geral do TUC, descreveu a IA como um perigo claro e presente para trabalhadores e sociedade e pediu ao prefeito de Greater Manchester que mostre liderança global.

Liam Byrne escreveu ao chefe do Instituto de Segurança da IA solicitando testemunho perante o parlamento depois que o comitê de direitos humanos pediu uma estrutura regulatória para a IA no Reino Unido.

A Anthropic não sofreu sanções após recusar submeter seu modelo mais recente ao teste do Instituto de Segurança da IA antes do lançamento; ao final de semana, a empresa pediu a concorrentes e governos que coordenem uma redução global no desenvolvimento de IA, posicionamento apoiado por rivais como OpenAI, Google DeepMind e X de Elon Musk.

Um de seus fundadores, Jack Clark, sugeriu que um "kill switch" de IA detido por terceiros possa se tornar obrigatório para as empresas.

Já a OpenAI pediu ao governo britânico que aproveite o temor renovado sobre segurança da IA para legislar limites à tecnologia.

Apurado em 8 fontes

The Independent (Reino Unido) · The Guardian US (Estados Unidos)

ver as 8 fontes

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