Jason Isbell, David Lowery, Guy Forsyth e Eduardo Calle moveram ação coletiva contra a Suno nos EUA, acusando a plataforma de usar identidades musicais sem consentimento para treinar seu gerador de IA. A queixa, apresentada no Distrito Judicial de Massachusetts, afirma que a Suno codificou essas identidades em seu modelo e agora as explora comercialmente, pedindo status de classe, danos estatutários e punitivos e a proibição de uso futuro.
Acusações detalhadas contra a Suno
Segundo o au.sports.yahoo.com (Tanzânia) e o The Hollywood Reporter (Estados Unidos), a queixa alega que a Suno construiu um modelo que indexa músicos por nome, permitindo que usuários gerem faixas que imitam a identidade de artistas sem sua autorização, o que os músicos consideram apropriação de propriedade intelectual.
O texto da queixa compara a Suno aos Borg, vilões de Star Trek conhecidos por absorverem vítimas em sua mente coletiva. Para o advogado dos autores, Alan D. Rose, digitar o nome de um músico no modelo da Suno cria um canal baseado naquela identidade, com música, descrição e gráfico que evocam o artista. A plataforma teria codificado as identidades musicais sem consentimento e usado o nome dos músicos para seu próprio lucro comercial.
Pedido dos músicos na justiça
Os mesmos veículos informam que os autores da ação solicitam que a Justiça conceda status de classe à ação, otorgue danos estatutários e punitivos e determine que a Suno pare de capturar e monetizar as identidades musicais dos artistas. A ação também pede que a empresa se abstenha de usar os nomes dos músicos em benefício comercial sem autorização.


