Bill Gates, OpenAI e o Papa alertam sobre perigos da inteligência artificial, segundo o Der Standard. Eles apontam temores de ciberataques contra infraestruturas críticas e riscos à sociedade e ao convívio humano.
Alertas divergentes sobre o futuro da IA
O Der Standard destaca que personalidades distintas da tecnologia, da Igreja e do setor empresarial estão levantando preocupações sobre o avanço descontrolado da inteligência artificial. Para alguns, o risco maior está em ataques automatizados capazes de paralisar sistemas essenciais como energia, saúde e transporte. Para outros, a ameaça é mais sutil, mas igualmente grave: o desgaste do tecido social causado pela substituição humana por máquinas cognitivas.
Regulação global e tributação sobre máquinas
Bill Gates propõe a criação de uma entidade internacional com poder real para fiscalizar o desenvolvimento da IA, evitando que ganhos sociais sejam capturados por poucos. O fundador da Microsoft planeja discutir essa ideia diretamente com o líder chinês Xi Jinping, em um encontro ainda sem data definida. Durante a conversa, ele também quer tratar uma questão controversa: tributar o trabalho realizado por algoritmos, tratando a IA como uma espécie de “empregada” passível de imposto.
Silêncio sobre detalhes operacionais
A proposta de Gates ainda carece de especificações técnicas, como alívio ou nova camada burocrática. Quanto às declarações individuais de OpenAI e do Papa Francisco, o Der Standard não publicou trechos diretos. Nenhuma das partes ofereceu comentário formal até o momento.
- Bill Gates busca alinhamento internacional para regulamentar a IA antes que seja tarde.
- Ideia de tributação sobre trabalho feito por IA divide especialistas em ética e economia.
- OpenAI permanece em silêncio sobre riscos específicos apesar de figuras da empresa terem assinado alertas anteriores.


