Segundo a BusinessDesk (Nova Zelândia), a Nvidia pretende liderar o mercado de robôs movidos por inteligência artificial, com a China surgindo como cliente ávido, enquanto sua unidade de IA física já gera US$10 bilhões de receita anual.
Essa mudança acompanha a aposta da empresa em inteligência artificial para objetos físicos.
A reportagem também menciona o CEO Jensen Huang, embora o trecho fornecido não detalhe o que ele afirmou sobre o futuro desse segmento.
Receita da IA física
A BusinessDesk (Nova Zelândia) explica que a empresa está aplicando seus processadores de IA não apenas ao treinamento de chatbots, mas também a objetos do mundo real, como robôs, automóveis e drones.
Os exemplos de robôs, automóveis e drones mostram como a IA pode ser utilizada para controlar máquinas que interagem diretamente com o ambiente físico.
Essa linha de negócios, chamada de IA física, já produz US$10 bilhões de receita por ano, o que equivale a aproximadamente NZ$16,9 bilhões.
Apesar desse valor significativo, ele representa apenas uma parcela da receita total da Nvidia, que chegou a US$303 bilhões nos quatro trimestres encerrados em julho, segundo a mesma publicação.
A receita de IA física, embora modesta, já representa uma fonte de renda anual para a Nvidia.
Apesar do valor significativo, a fatia da receita de IA física ainda é pequena diante do faturamento global da companhia.

Demanda chinesa e perspectiva
A matéria destaca que a China está se tornando um grande consumidor das soluções de IA da Nvidia para uso em robótica e outros equipamentos físicos, sendo descrita como cliente ávido.
O artigo original, publicado pelo Wall Street Journal em 31 de agosto de 2026, aponta que esse segmento é visto como uma oportunidade de expansão para a companhia.
A BusinessDesk (Nova Zelândia) acrescenta que o crescimento desse segmento é visto pela Nvidia como uma maneira de aumentar sua presença no mercado de hardware de IA aplicada a máquinas.
Dessa forma, a publicação indica que a estratégia da empresa inclui buscar mais clientes na Ásia, particularmente na China, para impulsionar a receita de IA física.
A ênfase da publicação na disposição da China como cliente ávido sugere que a região pode se tornar um pilar importante para o futuro da IA física da Nvidia.
A visão de oportunidade de expansão sugere que a Nvidia pode destinar mais recursos para desenvolver soluções de IA em robótica e outros equipamentos.
A informação foi divulgada inicialmente pelo Wall Street Journal no último dia de agosto de 2026 e posteriormente reproduzida pela BusinessDesk (Nova Zelândia).


