Donald Trump anunciou planos de proibir oficialmente o uso do termo 'inteligência artificial' em documentos oficiais e outros materiais, propondo a substituição por 'superinteligência'. A declaração foi feita em sua rede social Truth Social, onde ele classificou o termo atual como 'extremamente impreciso'.
Trump argumentou que a palavra 'artificial' sugere que a tecnologia não é verdadeira, o que justificaria a mudança. Ele já havia assinado uma medida no final de setembro determinando que órgãos governamentais utilizem o termo 'superinteligência' em correspondência oficial, declarações públicas e documentos. O presidente destacou que a nova nomenclatura visa chamar atenção para inovações tecnológicas e oportunidades que a tecnologia oferece ao povo americano.
No entanto, Trump não especificou como será implementado o banimento nem quais penalidades poderiam ser aplicadas aos que utilizarem o termo proibido. A ausência de detalhes sobre o mecanismo de aplicação deixa incertas as consequências práticas dessa proposta.
Contexto internacional
Diferentes veículos de comunicação destacaram aspectos variados da iniciativa de Trump. Enquanto alguns focaram no aspecto simbólico da mudança de terminologia, outros enfatizaram a falta de clareza sobre como a proibição será executada na prática.
O que ainda não foi divulgado
- Mecanismo exato de implementação do banimento do termo 'inteligência artificial';
- Sanções previstas para indivíduos ou entidades que utilizarem o termo proibido;
- Lista completa de órgãos e setores afetados pela nova nomenclatura;
- Data efetiva em que a proibição entrará em vigor;
- Escala de adesão internacional ao novo termo 'superinteligência'.


