O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (27) que pretende proibir o uso da expressão 'inteligência artificial' em documentos oficiais, defendendo o uso do termo 'superinteligência' em seu lugar.
Declaração no Truth Social
A afirmação foi publicada na rede social Truth Social, em crítica ao jornal The Wall Street Journal, que ainda utiliza o termo 'inteligência artificial'. Trump questionou por que o veículo não adota o termo 'superinteligência', considerando o nome atual impreciso. Segundo ele, 'em pouco tempo, vamos proibir oficialmente o termo IA/inteligência artificial em todos os documentos relevantes, e em tudo o mais, devido à sua imprecisão'.
Mudança de terminologia
Trump já teria direcionado o governo federal a usar 'superinteligência' em vez de 'inteligência artificial', conforme indicado por uma ordem executiva publicada em setembro. Para o presidente, a nova denominação reflete melhor as 'capacidades transformadoras' da tecnologia. A expressão 'inteligência artificial' foi originalmente cunhada em 1955 por John McCarthy, professor emérito da Stanford, que a definiu como 'a ciência e engenharia de criar máquinas inteligentes'.

Falta de detalhes sobre a proibição
A declaração de Trump não especifica como a proibição funcionará, quais documentos seriam afetados ou quando a mudança entraria em vigor. Apesar disso, o discurso tem sido reforçado recentemente, com outras postagens considerando pessoas que usam 'inteligência artificial' como 'inimigas'.
O tema ganha relevância enquanto especialistas alertam sobre os riscos da tecnologia para a humanidade.


