14 de setembro de 2026. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, denunciou no Truth Social uma suposta “conspiração enfermiza” contra o desenvolvimento da inteligência artificial. Ele acusou executivos como Dario Amodei, da Anthropic, de tentar frear o avanço da tecnologia.
Declarações de Trump
De acordo com a La Nación (Argentina), Trump disse que o único controle necessário para a IA é um presidente forte e inteligente, com alto coeficiente intelectual. E os Estados Unidos, segundo ele, possuem essa qualificação de sobra.
Ele acrescentou, também na La Nación (Costa Rica), que há uma conspiração enférmiza em curso contra a IA e os centros de dados. E que o único que se alegra com isso é a China.
Trump também advertiu, de acordo com a RFI Afrique, que teóricos da conspiração, traidores e filtradores devem ter cuidado. A administração Trump, disse ele, impedirá que a 'gente' da IA faça coisas potencialmente danosas.
O presidente disse, ainda na La Nación (Argentina), que os EUA têm uma enorme vantagem sobre a China e todos os outros países na corrida da IA.
Reação de executivos de tecnologia
A La Nación (Argentina) informou que Dario Amodei, CEO da Anthropic, pediu no sábado uma desaceleração coordenada no desenvolvimento da IA. O objetivo, disse ele, é entender melhor os riscos das capacidades avançadas.
Segundo a La Nación (Costa Rica), o chamado de Amodei obteve apoio público de Sam Altman, da OpenAI; Elon Musk, da xAI; Demis Hassabis, do Google DeepMind; e Satya Nadella, da Microsoft.

Trump respondeu, também na La Nación (Argentina), acusando Amodei de fingir ser um 'angelito perfeito' depois de ter defendido a redução do ritmo de avanço dos modelos.
Contexto da disputa EUA‑China
De acordo com a La Nación (Argentina), Trump disse que os Estados Unidos levam 'vantagem sobre a China e sobre todos os outros' e que continuaram nessa trajetória.
Ele comparou, também na La Nación (Argentina), o avanço da IA a uma galinha de ovos de ouro. 'Não se deve matar a galinha que produz os lucros', disse.
O presidente disse, ainda na La Nación (Argentina), que o país tem um enorme poder penal e regulador sobre as empresas que desenvolvem IA.


