O Pixel 11 Pro Fold ficou 1 mm mais fino que o modelo anterior, mas sua bateria encolheu e o aparelho continua mais grosso que os rivais.
Design e tela
O telefone pesa 239 g e ganhou uma nova paleta de cores, além de LEDs traseiros chamados HiLight. A frente recebeu revestimento de cerâmica de vidro, enquanto a tela ficou mais brilhante e ganhou selo IP68. Os ímãs Pixelsnap permitem fixar acessórios na parte traseira. Uma das metades ficou apenas um pouquinho mais espessa que a outra, diferença perceptível apenas ao fotografar.
Câmera e desempenho
A câmera principal foi reprojetada com maior abertura e processamento de imagem aperfeiçoado. O aparelho traz o chip Tensor‑G6, molduras mais estreitas e várias funções de software. Apesar disso, continua mais lento que os concorrentes, tem a dobra mais evidente e não é indicado para jogos intensivos.
Preço e posicionamento
O preço está na faixa dos rivais ou ligeiramente acima, o que limita o apelo a usuários fiéis à linha Pixel. Mesmo com os aprimoramentos, o dispositivo permanece entre os dobráveis mais grossos do mercado. Enquanto a Samsung lançou seu primeiro smartphone dobrável largo e a Apple prepara o iPhone Ultra para o mês seguinte, o Google optou por manter o visual quase igual ao do ano passado.


