Mike Gallagher, chefe de defesa do Palantir, afirmou que a corrida pela inteligência artificial aumenta o risco de a China invadir Taiwan, especialmente por conta do controle sobre a TSMC, a maior produtora de chips avançados do mundo.
Na opinião de Gallagher, a lógica de Xi Jinping sacrificando recursos consideráveis para tomar Taiwan está se tornando mais convincente. Ele argumenta que, se os EUA avançarem rapidamente na IA, o momento ideal para a China atuar seria agora, antes que a lacuna tecnológica se agrave.
Taiwan como alvo estratégico
Gallagher destacou que Taiwan é o epicentro da produção de chips de IA, com a TSMC liderando o setor e a Nvidia já tendo chamado a ilha de 'centro absoluto da IA'. Ele alertou que, caso a China tomasse Taiwanese, poderia controlar ou desativar a TSMC, colocando a economia global em risco.

Contexto geopolítico e avaliações de risco
A administração dos EUA tem adotado uma postura cautelosa sobre a ameaça imediata. Em março, a inteligência norte-americana avaliou que uma invasão à Taiwan seria extremamente difícil e carregaria alto risco de fracasso. Apesar disso, a China tem intensificado patrulhamentos da Guarda Costeira perto da costa leste de Taiwan.
Armas autônomas e futuro da guerra
Gallagher também alertou sobre os avanços em IA autônoma, sugerindo que sistemas capazes de autoaprimoramento podem equivaler a uma revolução tecnológica sem precedentes, similar ao desenvolvimento das armas nucleares nas décadas 1940.
O que ainda não foi divulgado
- Detalhes sobre o evento em Indiana onde Gallagher proferiu suas declarações;
- Posição formal do governo da Taiwan sobre os comentários;
- Reações específicas de autoridades chinesas às declarações de Gallagher.


