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OpenAI revela modelo GPT-5.6-Cyber para cibersegurança

Empresa amplia programa Daybreak com novo modelo capaz de identificar vulnerabilidades de dia zero, mas restringe acesso por segurança.

11 de ago., 16:11 2 fontes · 1 país Negócios
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Servidores em um data center escuro com luzes de monitoramento Foto: Christina Morillo / Pexels

A OpenAI anunciou o lançamento do GPT-5.6-Cyber, um modelo de inteligência artificial especializado em pesquisas avançadas de segurança cibernética. A ferramenta, integrada ao programa Daybreak, demonstrou alta eficácia ao identificar vulnerabilidades de dia zero em softwares como o navegador Chrome, levando a empresa a restringir severamente o acesso público ao sistema.

Estratégia de acesso segmentado

O programa Daybreak, iniciado pela empresa em junho com versões anteriores, foi agora reestruturado em dois níveis de acesso distintos. O nível "Daybreak Blue" oferece a especialistas aprovados o uso do modelo padrão GPT-5.6 Sol, destinado a tarefas rotineiras de segurança, como análise de códigos, verificação de patches e investigação de incidentes. Já o nível "Daybreak Red" é o canal exclusivo para o novo GPT-5.6-Cyber. Segundo a empresa, a restrição visa evitar que as capacidades ofensivas do modelo sejam exploradas por agentes mal-intencionados, garantindo que a tecnologia sirva prioritariamente para o reforço das defesas.

Capacidade técnica e testes de performance

O GPT-5.6-Cyber superou significativamente os modelos anteriores em testes de avaliação de cibersegurança, desenvolvidos sob um sistema chamado Advanced Cybersecurity Completion Rate. Enquanto as versões padrão alcançaram índices inferiores a 2% de sucesso em tarefas complexas, o novo modelo atingiu 95% em atividades como exploração de falhas encadeadas, desvio de autenticação e escalada de privilégios. Na prática, a IA foi utilizada para detectar duas vulnerabilidades inéditas no motor V8 do Chrome, permitindo o contorno de proteções do sistema que foram posteriormente corrigidas pelo Google. Além disso, a empresa afirma que o modelo contribuiu para localizar centenas de falhas em sistemas operacionais e bancos de dados.

O que ainda não foi divulgado

Apurado em 2 fontes

Chip Türkiye (Turquia) · ShiftDelete.Net (Turquia)

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