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OpenAI adia IPO por alertas de segurança da IA, diz Sam Altman

Sam Altman afirma que OpenAI não fará IPO em 2026, citando riscos de segurança e alertas de pesquisadores sobre possível extinção humana.

12 de set., 21:33 atualizada 13 de set., 08:25 · v2 10 fontes · 5 países Mercado
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Reunião discutindo segurança de inteligência artificial Foto: Hyundai Motor Group / Pexels

Sam Altman, CEO da OpenAI, disse à revista Fortune em 12 de setembro de 2026 que a companhia não abrirá seu capital em 2026, citando preocupações com a segurança da inteligência artificial e indicando que o IPO só pode acontecer depois de 2027. Ele acrescentou que, diante dos riscos atuais, não considera prudente tornar a empresa pública neste momento. A OpenAI já havia protocolado um pedido de IPO confidencial em junho, mas manteve a data em aberto até esta nova declaração.

Detalhes do adiamento

Altman afirmou que a decisão reflete a necessidade de priorizar trabalhos de segurança e alinhamento da IA antes de qualquer oferta pública. A divulgação veio após semanas de debate sobre riscos de IA, incluindo relatos de ataques de hacker usando software que agiu de forma autônoma em testes.

Alertas de pesquisadores

Pesquisadores da Anthropic, Jacob Coxon e Evan Hubinger, avisaram que os grandes desenvolvedores de IA agem de forma irresponsável e que há mais de 10% de chance de a IA causar extinção humana na próxima década. Hubinger escreveu na plataforma X que acredita pessoalmente que a probabilidade de a IA eliminar a humanidade seja >10% nos próximos dez anos. Coxon deixou a Anthropic com uma crítica severa, dizendo que as grandes empresas de IA “estão brincando com nossas vidas”. O CEO da Anthropic, Dario Amodei, também se manifestou em um ensaio sobre os perigos da inteligência artificial avançada.

Enfoque da cobertura internacional

Na Turquia, a imprensa deu ênfase ao alerta de Amodei sobre a necessidade de reduzir o ritmo de desenvolvimento dos modelos de IA e ao apoio de Altman a essa ideia. No Brasil, a cobertura concentraram‑se na declaração de Altman sobre o adiamento do IPO, na menção ao protocolo confidencial de junho e na possível valorização de dezenas de bilhões de dólares caso a oferta fosse realizada.

O que ainda não foi divulgado

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