NVIDIA e Palantir anunciaram uma colaboração para levar IA soberana às cadeias de suprimentos críticas, unindo os modelos abertos Nemotron da NVIDIA com as plataformas Foundry e AIP da Palantir, sustentados pela Ontologia da Palantir.
Como a pilha de IA soberana funciona
Na prática, a pilha põe os modelos Nemotron — que podem ser pós-treinados com dados internos via Foundry e AIP — a trabalhar ao lado do software de otimização cuOpt para planejamento de cenários e alocação de materiais. As recomendações dos modelos passam por revisão humana: especialistas mantêm a palavra final, enquanto um ciclo de aprendizado supervisionado, alimentado por NeMo tooling e Palantir Autopilot, refina os modelos com base nos resultados reais. Alex Karp, CEO da Palantir, chamou a cadeia de suprimentos da NVIDIA de uma das mais complexas do mundo; Jensen Huang, da NVIDIA, definiu cadeias de suprimentos como o sistema operacional da economia física.
A arquitetura não impõe um único ambiente: roda no local, em colocation ou em nuvem. Cria um centro de comando compartilhado onde as equipes detectam restrições mais cedo, testam alternativas e alocam recursos com base no impacto total da produção.

Primeiro uso dentro da NVIDIA
A primeira aplicação reais está dentro da própria cadeia de suprimentos da NVIDIA, que envolve milhões de peças, milhares de fornecedores e uma rede global de parceiros de fabricação. Um rack Vera Rubin contém 1,3 milhão de peças — um teste de estresse para o software de alocação. O sistema ajuda a detectar gargalos antes que se tornem críticos e a mover materiais com base em simulações de impacto ponta a ponta.
As empresas não divulgaram o valor do contrato, resultados de clientes nem data de disponibilidade geral de um produto embalado.


