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Microsoft unifica apps Copilot, elimina recursos pouco usados

Microsoft lançou um Copilot unificado em 13 de agosto de 2026, retirando Podcasts, Group Chat e Deep Research da versão de consumo e oferecendo Researcher separ

14 de ago., 06:50 3 fontes · 1 país Modelos Produto
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Tela de aplicativo mostrando fusão de duas versões do Copilot em uma única interface Foto: Daniil Komov / Pexels

Microsoft unificou o Copilot para consumidores e o Microsoft 365 Copilot em um único aplicativo, iniciando a distribuição em 13 de agosto de 2026. Ao mesmo tempo, a empresa retirou três recursos da versão de consumo — Podcasts, Group Chat e Deep Research — a partir de 18 de agosto, enquanto assinantes Premium do Microsoft 365 passam a usar o recurso Researcher separado.

Como funciona o aplicativo unificado

The Register relatou que Microsoft descreveu a mudança como simplificação do ecossistema de aplicativos, tornando a experiência Copilot-first mais coesa para usuários pessoais e corporativos. O novo app coloca o bot do Copilot e a geração de imagens ao lado do pacote Microsoft 365, arquivos e outros conteúdos, permitindo que contas com o pacote Office clássico acessem ferramentas de produtividade junto ao modelo de linguagem.

Usuários gratuitos enfrentam limites de uso mais baixos e menos recursos; para limites maiores, agentes e tarefas complexas de múltiplas etapas, é necessária assinatura Microsoft 365. Microsoft alerta que a aparência, navegação, disponibilidade de recursos e experiência de login podem mudar dependendo da conta e do dispositivo.

Recursos eliminados e migração de dados

Lapaas Voice e The Register detalharam que Podcasts e Group Chat serão descontinuados no Copilot de consumo, e o Deep Research será removido — assinantes Microsoft 365 Premium terão o recurso Researcher à parte. Todas as alterações entram em vigor em 18 de agosto. Podcasts criados ou salvos no Copilot ficarão indisponíveis e links para podcasts compartilhados deixarão de funcionar; Microsoft recomenda baixar o conteúdo antes de atualizar.

Sala de servidores representando infraestrutura de IA na nuvem
Foto: panumas nikhomkhai / Pexels

Chats em grupo, conteúdos e imagens compartilhados neles serão apagados. A empresa sugere salvar mensagens e arquivos manualmente em documentos, pois não há forma automatizada de preservá-los. Relatórios do Deep Research estão sendo mantidos. Para contas pessoais, histórico de conversas e a maior parte do conteúdo migram para o app atualizado; arquivos do antigo app independente vão para o OneDrive. Usuários do Microsoft 365 Copilot — nome adotado em janeiro de 2025 para o app Microsoft 365 (Office) — verão mudanças de aparência e navegação.

Contexto estratégico e pressão por resultados

Lapaas Voice, citando a TechCrunch, relata que Microsoft está enxugando a linha Copilot após recursos falharem em atrair atenção suficiente. A companhia antes adicionava funções de IA em ritmo acelerado e agora busca menos ferramentas que as pessoas usem com frequência. A fusão visa acabar com a confusão de versões paralelas: uma no Windows e contas pessoais, outra dentro do Microsoft 365 (Word, Excel, PowerPoint), com nomes parecidos mas recursos nem sempre iguais.

Ambas as fontes concordam que a mudança reflete pressão para provar que os bilhões investidos em computação em nuvem e parcerias geram produtos úteis. Recursos pouco usados aumentam custos com chips e data centers sem retorno. A lição vale para o setor: demonstrações impressionantes não sustentam ferramentas que poucos retornam a usar. Usuários pessoais e corporativos podem manter serviços diferentes, mas a experiência central do Copilot deve ficar mais parecida.

O que ainda não foi divulgado

Apurado em 3 fontes

TechCrunch (sitemap) (Estados Unidos) · Lapaas Voice (Índia) · The Register

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