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Microsoft oferece saída voluntária a 60.000 funcionários

Microsoft anuncia programa de saída voluntária para cerca de 60.000 funcionários em quatro países, incluindo Brasil, EUA, Reino Unido e Canadá

27 de out., 03:31 atualizada 27 de out., 04:33 · v2 51 fontes · 14 países Negócios Produto
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Prédio corporativo de grandes dimensões sob um céu azul Foto: Magda Ehlers / Pexels

Microsoft anuncou um programa de saída voluntária voltado a aproximadamente 60.000 funcionários, com destino a quatro países, incluindo o Brasil, EUA, Reino Unido e Canadá, conforme informado pela Loksatta, baseando-se em dados da Reuters. De acordo com a diretora de Recursos Humanos da empresa, Amy Coleman, em um memorando interno, o programa está limitado a funcionários nível 70 e abaixo. A iniciativa visa cortar custos e redirecionar investimentos para áreas ligadas à inteligência artificial (IA).

Detalhes do programa

Segundo a The Economic Times, a iniciativa é chamada de Voluntary Exit Offer (VEO) e permite que funcionários elegíveis deixem a empresa com apoio financeiro e serviços de transição de carreira. Funcionários de departamentos como AI Experience, GitHub, Finanças, Recursos Humanos, Xbox e Windows + Devices estão incluídos no programa, enquanto equipes de Marketing, Negócios Comerciais e Segurança foram excluídas.

Contexto global

A Forbes informa que esse número corresponde a cerca de 25% da força de trabalho global da Microsoft — uma das maiores reduções voluntárias em sua história. A decisão vem em um momento de aumento significativo nos gastos com infraestrutura de IA, incluindo centros de dados e chips. Em julho, a empresa já havia anunciado cortes de cerca de 4.800 vagas no setor de jogos, após anos de forte expansão. A KNBC aponta que a Microsoft planeja gastar US$ 17,5 bilhões em 2026, impulsionada pelo crescimento nas demandas por computação de IA.

Onde a cobertura diverge

Enquanto a imprensa indiana, como a TV9 Hindi e a Loksatta, destacou o impacto direto sobre o setor de tecnologia local — especialmente com cerca de 23.000 funcionários indianos afetados — a imprensa norte-americana, como a Forbes e a KNBC, enfatizou a dimensão global, apontando que o movimento afeta não apenas a Índia, mas quatro grandes economias tecnológicas. Já veículos europeus, como a Data News (Bélgica) e a iDNES.cz (República Tcheca), trataram a notícia como parte de uma tendência global de reestruturação corporativa alinhada ao aumento de investimentos em IA. Ambas as fontes concordam que o objetivo central é alinhar despesas ao investimento crescente em inteligência artificial.

O que ainda não foi divulgado

Apurado em 51 fontes

The Economic Times (Índia) · KNBC (sitemap-news) (Estados Unidos) · TV9 Hindi (Índia) · Loksatta (Índia) · Forbes (Estados Unidos) · iDNES.cz (República Tcheca) · E15 (República Tcheca)

ver as 51 fontes

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