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Meta nega demissões por IA; ex-funcionários apontam o contrário

Meta nega que ferramentas de IA foram usadas para demitir funcionários. Ex-empregados disseram o contrário em processo trabalhista.

31 de ago., 06:10 6 fontes · 5 países Mercado
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Fachada do escritório da Meta com logotipo Foto: Roman Pohorecki / Pexels

A Meta nega que suas ferramentas de inteligência artificial tenham sido usadas para demitir funcionários. Mas ex-empregados disseram o contrário, em um processo trabalhista. A disputa, revelada pela Forbes, envolve alegações de que a empresa teria utilizado sistemas de IA para identificar e cortar funcionários em licença médica ou com deficiência, prática que a companhia nega.

Alegações dos ex-funcionários

Segundo o processo, os ex-funcionários da Meta afirmam que a empresa empregou ferramentas de IA para tomar decisões de demissão que os afetaram de forma discriminatória. O caso aponta que trabalhadores que estavam afastados por problemas de saúde ou que possuíam deficiências foram alvo de cortes baseados em análises automatizadas.

Os autores da ação sustentam que o uso da inteligência artificial no processo de layoffs não foi transparente e violou normas trabalhistas. A Meta, por outro lado, afirma que a IA não teve qualquer papel nas demissões e que todas as decisões foram tomadas por gestores humanos com base em critérios objetivos de desempenho.

Pessoa com expressão preocupada diante de um laptop
Foto: Andrea Piacquadio / Pexels

Resposta da Meta

A empresa declarou publicamente que as alegações são infundadas. Em comunicado, a Meta reiterou que seus sistemas de IA são usados apenas para auxiliar tarefas operacionais e de suporte, e não para substituir julgamentos humanos em processos de recursos humanos. A companhia também argumenta que os cortes foram parte de uma reestruturação mais ampla que atingiu milhares de posições em 2023.

Até o momento, a Meta não divulgou detalhes específicos sobre os critérios adotados nas demissões, tampouco apresentou evidências que contradigam diretamente as acusações dos ex-funcionários. O caso segue em tramitação na Justiça trabalhista americana.

O que ainda não foi divulgado

Apurado em 6 fontes

Forbes (Estados Unidos)

ver as 6 fontes

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