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Meta lança agente de IA Muse com planos de US$20 e US$100

Meta lançou o agente de IA Muse em 8/9/2026, com funções de e‑mail, viagens e pagos, e planos de US$20 e US$100 mensais.

09 de set., 11:32 18 fontes · 10 países Mercado
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Ilustração de um assistente de IA em smartphone mostrando tela com opções de tarefas Foto: Tim Witzdam / Pexels

Meta anunciou em 8 de setembro de 2026 o lançamento do Muse, agente de IA pessoal capaz de enviar e‑mails, reservar viagens, pagar contas e preencher formulários. O serviço vem em duas assinaturas: Power por US$20/mês e Maximum por US$100/mês. O anúncio aconteceu menos de duas semanas depois da empresa fechar um acordo de US$18 bilhões em um processo sobre danos das redes sociais.

Funcionalidades e integrações

Segundo o TechCrunch, o Muse pode enviar e‑mails, reservar viagens, pagar contas, preencher formulários, transformar reels de receitas em listas de compras, enviar convites para festas e fazer compras online usando o Link by Stripe.

O iProUP acrescenta que o agente também pode reduzir contas e elaborar planos de ação a partir de objetivos de longo prazo.

O El Colombiano destaca que, para executar essas ações, o Muse se conecta a Gmail, Google Calendar, WhatsApp, Instagram, Facebook, Plaid e Apple Health, somente após o usuário escolher quais serviços podem ser acessados e em que medida.

Quando o serviço desejado não possui API pública, o Muse pode estabelecer a conexão usando credenciais fornecidas pelo usuário; se nem API nem credenciais estiverem disponíveis, o agente recorre ao navegador para realizar a tarefa.

Segundo o TechCrunch, o Muse é alimentado pelo modelo interno Muse Spark e vem com conectores prontos para diversos serviços, com previsão de acrescentar novos ao longo do tempo.

O iProUP e o TechCrunch informam que a integração com o Link by Stripe oferece proteções de compra, como devoluções sem custo e cobertura por itens danificados ou perdidos, e que suporte futuro para Shopify Shop Pay e 1Password está em preparação.

Disponibilidade e modelo de preços

De acordo com o TechCrunch, o Muse estará disponível inicialmente via web em muse.ai, por meio de aplicativos para iOS e Android e dentro de conversas no WhatsApp, com previsão de chegar aos óculos de IA da Meta em futuro próximo.

O serviço será gratuito, mas incluirá um medidor de uso que mostra ao usuário a porcentagem de quota gratuita restante e avisa quando o limite for atingido, apresentando então opções de assinatura.

Dois planos pagos serão oferecidos no lançamento: Power, a US$20 por mês, e Maximum, a US$100 por mês, conforme informado pelo TechCrunch e confirmado pelo iProUP.

Gráfico mostrando variação das ações da Meta após o anúncio do Muse
Foto: Rafael Minguet Delgado / Pexels

O TechCrunch ressalta que a empresa acredita que a maioria dos usuários permanecerá no nível gratuito, já que os planos pagos destinam‑se a quem precisar de mais volume de execução de tarefas.

Reação do mercado

O iProUP relata que, no dia do anúncio, as ações da Meta (META) abriram com alta próxima de 1 %, mas depois retrocederam e fecharam em território negativo, refletindo tanto o entusiasmo pela novidade quanto as dúvidas sobre o impacto financeiro imediato.

O mesmo veículo destaca que o lançamento representa a maior aposta da Meta em inteligência artificial de consumo até o momento.

O El Colombiano acrescenta que a confiança e a privacidade são apontados como fatores decisivos para a adoção do Muse pelos consumidores.

Privacidade, segurança e controvérsias recentes

Segundo o El Colombiano, o Meta apresentou o ambiente chamado Muse Secure VM, baseado em isolamento na nuvem (cada usuário tem uma máquina virtual dedicada), um agente supervisor independente que revisa as ações do Muse a nível de sistema e o fechamento e proteção de credenciais, de modo que o agente não tem acesso visível a senhas ou métodos de pagamento.

O mesmo artigo afirma que a Meta declarou que o Muse não compartilha conversas nem dados armazenados na máquina virtual do usuário.

O El Colombiano também menciona que, pouco antes do anúncio do Muse, a Meta tinha inserido secretamente código de reconhecimento facial no aplicativo que controla seus óculos de IA, código que foi posteriormente removido após ser descoberto.

Apurado em 18 fontes

TechCrunch (Estados Unidos) · iProUP (Argentina) · El Colombiano (Colômbia)

ver as 18 fontes

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