O governo dos Estados Unidos pediu, por meio do secretário do Comércio Howard Lutnick, que a Apple deixasse de comprar chips de memória de fabricantes chineses, informou o The Wall Street Journal. A administração Trump justificou a solicitação com o risco de empresas como o CXMT terem acesso a tecnologia americana sensível por meio desses negócios.
O que diz o governo norte-americano
Howard Lutnick falou diretamente com o jornal sobre a posição da administração, dizendo que as aquisições de memória chinesa por empresas norte-americanas correm o risco de expor segredos industriais e conhecimentos técnicos desenvolvidos nos EUA.
- A restrição é específica: abrange chips de memória, não outros semicondutores;
- A Apple foi notificada oficialmente sobre a recomendação;
- A medida tem apoio de setores políticos preocupados com segurança tecnológica.
Por que o CXMT é alvo
O fabricante chinês CXMT surge como o maior risco à medida que Washington teme que parcerias ou fornecimentos indiretos possam ser usados para extrair tecnologia avançada dos EUA. Lutnick enfatizou que qualquer conexão comercional pode abrir brechas para transferência de know-how restrito.
- Empresa chinesa é prioridade máxima na análise de riscos do governo;
- Parcerias estratégicas ou investimentos locais são vistos como vetores de exposição;
- A administração Trump reforça o discurso de autossuficiência tecnológica nacional.
A decisão foi divulgada em 15 de agosto de 2026 e já movimenta debates sobre como empresas norte-americanas devem se comportar em suas relações com fornecedores asiáticos.


