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EUA e China discutem tarifas, IA e Irã em Nova York antes do cume de líderes

Equipes comerciais de EUA e China se reúnem em Nova York para preparar cume entre Trump e Xi, com foco em tarifas, IA e Irã.

20 de set., 03:08 3 fontes · 3 países Negócios
Negócios
Reunião de negociadores EUA e China em sala de conferências Foto: AlphaTradeZone / Pexels

Equipes comerciais dos EUA e China se encontram em Nova York no dia 20 de setembro de 2026 para discutir tarifas, desenvolvimento de IA e o conflito no Irã, antes de um cume entre os líderes em Washington no dia 24, conforme Bloomberg Businessweek e The Straits Times.

Detalhes da reunião

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e o vice-premier chinês, He Lifeng, liderarão as conversas, com a participação também do representante comercial dos EUA, Jamieson Greer.

As equipes já tiveram encontros anteriores nos últimos 18 meses, geralmente em países terceiros para demonstrar neutralidade.

Temas em debate

A pauta inclui tarifas, exportações de terras raras, desenvolvimento de IA e interrupções de energia decorrentes do conflito no Irã.

Os EUA pressionam a China sobre sanções ao Irã, enquanto Pequim prioriza preocupações com Taiwan.

O anúncio de novas tarifas americanas sobre suposta capacidade excessiva de fabricação de parceiros comerciais foi adiado para após o encontro.

Bandeiras dos EUA e da China ao fundo de uma mesa de negociação
Foto: Hao Liang / Pexels

Contexto e expectativas

As partes buscam manter a estabilidade em uma trégua tarifária que vence em novembro, diante das eleições intermediárias de 3 de novembro nos EUA, onde a inflação permanece como preocupação eleitoral.

Há esforços para reduzir tarifas sobre produtos de energia e agricultura dos EUA, dentro de um mecanismo da Board of Trade lançado em 2026 que visa facilitar o comércio de até US$30 bilhões (S$38 bilhões) de bens de cada lado.

As exportações chinesas para os EUA tiveram recuperação em 2026, refletindo aumento na demanda por eletrônicos relacionados à IA produzidos na China.

Segundo analistas da Bloomberg Economics, ambos os lados desejam evitar nova escalada e que a relativa probabilidade de continuidade da estabilidade permanece, apesar do risco de renovada tensão à medida que os EUA reconstruem sua barreira tarifária.

Apurado em 3 fontes

Bloomberg Businessweek (Estados Unidos) · The Straits Times (Singapura)

ver as 3 fontes

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