Demissões anunciadas como decorrência da inteligência artificial (IA) reduzem a produtividade dos trabalhadores que permanecem nas empresas, afirmam o site Phys.org e a revista Fast Company. O motivo, que surpreende gestores, é o impacto sobre o moral das equipes.
O Phys.org informou que, quando companhias anunciam cortes ligados à IA, elas ignoram o efeito danoso sobre o moral dos funcionários. A Fast Company descreveu essa como a "razão surpreendente" para a queda de produtividade.
O que está por trás do fenômeno
As duas publicações concentram a explicação no moral dos trabalhadores. O anúncio de demissões por IA faz os funcionários que ficam perderem engajamento, o que se reflete em menor produtividade. A surpresa, segundo as fontes, é que os gerentes não preveem esse desdobramento quando decidem cortar postos em nome da automação.
O paradoxo para líderes e investidores
O material destaca um paradoxo crescente enfrentado por líderes empresariais e investidores. A busca por eficiência via IA, quando acompanhada de demissões, pode produzir o efeito oposto ao desejado: em vez de ganho, perda de desempenho da equipe remanescente.
O que ainda não foi divulgado
Não foram publicados números sobre a dimensão da perda de produtividade, nem informações sobre metodologia, setores ou países analisados. As matérias se limitam à conclusão qualitativa, sem oferecer dados quantitativos.


