Em 19 de setembro de 2026, os CEOs da Anthropic, OpenAI, Google DeepMind e Elon Musk declararam apoio a um plano para reduzir o ritmo de desenvolvimento de IA, conforme informou o The Verge. O governo Trump qualificou os riscos de segurança da IA como uma 'farsa'. Mark Zuckerberg, presidente da Meta, rejeitou qualquer limite à autonomia das empresas de IA. Veículos de notícias da Índia apontaram a corrida tecnológica entre EUA e China e defenderam a criação de normas internacionais de segurança.
Apoio dos CEOs à reducao do ritmo da IA
Dario Amodei, da Anthropic, apresentou um plano em três fases: colocar avaliadores externos nos laboratórios, sincronizar ações entre as companhias do setor e buscar acordos globais, possivelmente com apoio estatal. Sam Altman, da OpenAI, Demis Hassabis, do Google DeepMind, e Elon Musk, da xAI, disseram concordar com partes dessas propostas. As próprias empresas já tinham sinalizado que elaboravam um marco setorial próprio.
Oposição do governo Trump e de Zuckerberg
O governo Trump qualificou a ideia de uma crise de segurança em IA como 'farsa', segundo o The Verge. Mark Zuckerberg, da Meta, afirmou que se opõe a qualquer restrição que limite a liberdade das empresas de IA. O Wall Street Journal informou que Zuckerberg, Elon Musk e o CEO da Nvidia, Jensen Huang, rejeitaram a proposta de um regulador setorial financiado pela indústria, semelhante ao FINRA do mercado financeiro.
Preocupações com a corrida EUA‑China e a necessidade de regras globais
Artigos do Sakal destacam que a competição acelerada entre Estados Unidos e China eleva os riscos globais de segurança, tornando urgente a definição de normas para IA. Dario Amodei voltou a defender a redução do desenvolvimento acelerado da IA, citando o apoio público de Sam Altman e Elon Musk. As publicações indianas argumentam a necessidade de normas de segurança comuns, supervisão externa e cooperação internacional como forma de conter os perigos da corrida armamentista tecnológica.


