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Coreia do Sul transfere aviação militar para liberar solo de chips

Gwangju Air Base realoca esquadrões de caça até 2028 para abrir espaço para polo semicondutor liderado pelo presidente Lee Jae Myung.

15 de ago., 19:10 1 fonte · 1 país Infra
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Avião militar taxiando em base aérea de Gwangju Foto: Soly Moses / Pexels

A Coreia do Sul deslocará as funções do 1º Ala de Combate da Força Aérea, sediada na base aérea de Gwangju, para três localizações distintas. O objetivo é libertar o terreno para a construção de um novo cluster de semicondutores, parte dos três megaprojetos industriais anunciados pelo presidente Lee Jae Myung.

Mudança para três bases

Segundo informou nesta sexta-feira (14) o Ministério da Defesa, à agência Yonhap, os três esquadrões do 1º Ala serão redistribuídos. Dois seguirão para Yecheon e um para Seosan. A base Jungwon, em Chungju, também será utilizada para absorver parte das operações. Essa distribuição visa aproveitar a capacidade existente nessas instalações receptoras.

Um oficial do ministério explicou que a decisão procura minimizar o impacto nas capacidades operacionais. A prioridade é garantir que o treinamento dos pilotos não soja comprometido durante a transição. Os detalhes finais sobre como cada unidade se ajustará às novas infraestruturas ainda estão em fase de revisão interna.

Maquete ou obras de complexo industrial de chips
Foto: ed br / Pexels

Estratégia industrial de Lee

A escolha de Gwangju como sítio para o complexo de chips foi determinada pelo presidente Lee. Em 10 de agosto, ele ordenou ao Ministério da Defesa que a relocação temporária das operações aeroportuárias militares fosse concluída até meados de 2028. As obras de preparação no local devem começar ainda este ano, enquanto a construção das novas instalações aéreas para abrigar as unidades deslocadas está prevista para iniciar em 2027.

O que acontece a seguir

Não há cronogramas exatos ou estimativas de custo divulgados publicamente. O Ministério da Defesa afirmou que continuará a avaliar as melhores opções para proteger o espaço aéreo e os ativos necessários ao treinamento. A força aérea mantém atualmente três esquadrões de instrução: dois operam aviões de treino T-50 e um utiliza jatos TA-50 Block 2 para vigilância e ataque leve.

Apurado em 1 fonte

Yonhap News English (Coreia do Sul)

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