China lança primeiro filme produzido totalmente por inteligência artificial, "Three Billboards: Future Matters", com produção de dois anos e custos drasticamente reduzidos.
O filme, de 100 minutos, teve todos os quadros gerados por IA, parte dos sons e personagens originais digitais, combinando imagens hiperrealistas da civilização antiga Shu com ficção científica. Apesar da automação, o processo exigiu cerca de 100 pessoas durante a produção.
Custos ainda altos, mas menores que produções tradicionais
A China Bryano Pictures, empresa responsável pelo filme, afirma que a tecnologia permite reduzir custos de cenas épicas. Antes, um único plano de batalha podia custar milhões de yuan e exigia filmagens no exterior. Com a IA, o mesmo resultado é alcançado internamente.
Não é geração automática
O produtor do filme, Quo Ji Xiao Jiang, explicou que a IA exige ajustes constantes. Modelos de geração mudam rapidamente, exigindo recriações de cenas para estabilizar personagens, manter a conectividade entre planos e adaptar a qualidade para telas grandes.
Expansão da produção com IA
A empresa já iniciou a produção de outro filme, "Plano Extra: Operação Langhan", e uma série totalmente gerada por IA, "A Jornada de Oeste", está em exibição na China. Segundo sua diretora, Li Dong Shen, o papel do ser humano na IA é fornecer criatividade e escolher rapidamente os melhores elementos entre ascentas possibilidades.
Renda modestamente baixa
Em duas semanas, o filme arrecadou mais de 500 mil yuan (cerca de 2,4 milhões de dólares taiuanueses), um valor baixo para um longa-metragem tradicional, mas ainda sem divulgar a expectativa de rentabilidade.
O que ainda não foi divulgado
- Impacto da IA nas empregabilidades da indústria cinematográfica chinesa
- Políticas regulatórias específicas para filmes gerados por IA
- Recepção crítica detalhada do público internacional


