Chega apresentou no Parlamento português, nesta quarta‑feira, 2 de setembro, uma moção de censura ao Governo liderado por Luís Montenegro, alegando que a permanência de Luís Neves como ministro da Administração Interna mina a autoridade do primeiro‑ministro.
Fundamentos da moção
Ventura disse que a moção foi adiada à espera de esclarecimentos de Luís Neves, segundo o Observador.
As suspeitas apontadas pelo Jornal Económico dizem respeito à gestão pública de Luís Neves, não à sua vida privada.

Reações políticas
Sebastião Bugalho, porta‑voz do PSD, afirma que a moção será chumbada e que isso só significa uma derrota para o Chega, segundo o Jornal Económico.
O secretário‑geral do PS afirmou, conforme o Observador, que não se espera crise política nem eleições por causa do partido.


