Um homem recorreu ao ChatGPT para identificar um chinelo perdido entre mais de 1.000 pares de sapatos deixados do lado de fora do Templo Mahakleshwar, em Ujjain, na Índia.
O caso ganhou as redes sociais através de um vídeo publicado pelo Instagrammer Shubhang Borkar. Segundo o The Economic Times, a gravação já ultrapassou 2 milhões de visualizações.
A busca digital
A cena mostra uma área congestionada onde centenas de calçados foram empilhados. Cansado da busca manual sem sucesso, o homem fotografou a pilha e enviou a imagem para o assistente de inteligência artificial, solicitando a localização do item específico. Relatos indicam que ele encontrou o par logo em seguida, gerando espanto nos espectadores.
O jornal indiano nota uma lacuna técnica importante: não há explicação sobre como o ChatGPT processou a identificação visual nem confirma se o modelo utilizado possuía capacidade avançada de visão computacional. A publicação também omite detalhes sobre o tempo exato de circulação do vídeo ou a versão específica da ferramenta empregada.
Críticas e humor online
A internet reagiu com ironia diante do uso atípico da tecnologia. Um internauta registrou seu desconhecimento da função: "Não sabia que podíamos usar o ChatGPT dessa maneira". Outros entraram na brincadeira sugerindo simplificações absurdas, como escolher o par mais bonito e ir embora, ou zombar que a IA estaria "chorando no canto" por ter sido reduzida a essa tarefa.

Houve ainda quem propusesse alternativas concorrentes, citando o Gemini Live, enquanto outro elogiou a criatividade com a frase "problemas modernos exigem soluções modernas".
Não é um caso isolado de improvisação tecnológica. O mesmo veículo relata outra história, narrada por uma mulher, cujo marido usou a mesma estratégia para localizar um livro específico em prateleiras lotadas durante uma feira de livros, obtendo êxito.
Sem verificação independente
O The Economic Times reforça que a narrativa depende inteiramente de material postado em plataformas sociais. Não houve confissão pública dos envolvidos, nem confirmação das circunstâncias pela administração do templo. A identidade completa do homem permanece oculta, assim como a data precisa do episódio. O texto foi produzido pela equipe de tendências do periódico, ciente da limitação de fonte única e não verificada.


