OCTO+
24 de ago. · 09:37
apresentação do projeto

O mundo fala de IA. O Brasil não escuta.

Todo dia, a imprensa do planeta publica sobre inteligência artificial em 97 idiomas. O decisor brasileiro lê o que cabe em um punhado de veículos, quase todos em inglês, quase todos do mesmo país. O OCTOPUS lê o resto.

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195países
94idiomas
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Como o OCTOPUS lê o mundo

o polvo, por dentro

Ele é curioso por natureza e não sabe fazer outra coisa: caçar notícia de inteligência artificial — em 97 idiomas, ao mesmo tempo, sem dormir.

01

O radar não desliga

21.808 fontes · 201 países

Jornal, agência, changelog de laboratório, diário oficial, fórum, canal, podcast. O radar não pergunta se o assunto é IA antes de entrar — pergunta depois. Porque a notícia de amanhã pode sair na página de energia, de justiça ou de saúde, e quem vigia só o caderno de tecnologia vê o mundo por uma fresta.

02

Oito braços, oito portas de entrada

0 textos colhidos por dia

Um braço para cada jeito que o mundo tem de publicar. Se o veículo fecha o RSS, outro braço já está no sitemap. Se o laboratório chinês não tem feed nenhum, o braço dos pesos sente o modelo subir no HuggingFace. Nenhum depende do outro — e é por isso que fechar uma porta não cega o polvo.

42.081 FEED 4.178 REDE 2.853 SITEMAP 2.740 CÓDIGO 1.094 PESOS 1.057 ÁUDIO 497 VÍDEO 271 PRIMÁRIA
03

A tinta marca o que é IA

0 histórias marcadas por dia

De cada texto, uma pergunta só — e ela tem que funcionar em qualquer alfabeto. Em coreano a Nvidia é 엔비디아; em chinês, a Alibaba é 阿里巴巴. Filtro que enxerga só letra latina fica surdo justamente onde a corrida corre mais rápido. O nosso não fica.

04

Ele agarra, junta e traz pra cá

em português · minutos depois

Setenta veículos publicando o mesmo fato não é repetição: é o mercado dizendo que aquilo importa. O polvo costura as versões numa notícia só, conta quantas redações independentes chegaram lá, e escreve a partir das melhores — nunca das setenta. Fato é livre, texto não.

Não inventamos pauta. Não escrevemos opinião. Achamos a fonte e trazemos.

Por que isso é um negócio

uma receita hoje, dois ativos que a sustentam
01

A base de leitores

Grátis, e de propósito. A redação e a ferramenta inteira estão abertas em beta: o leitor entra, garimpa todas as notícias do mundo e monta a própria newsletter — os temas dele, na hora dele, no e-mail ou no WhatsApp. Não é caridade, é o funil: é dessa base que sai quem contrata o radar da empresa, e é ela que mostra, em uso real, o que o motor faz.

02

Radar para empresas

O mesmo motor, com o alvo trocado. Em vez de procurar inteligência artificial, ele procura uma marca, um concorrente, um setor — em 97 idiomas, incluindo os que nenhuma agência de clipping brasileira cobre. Preço sob consulta, margem alta, e o custo marginal é quase zero: a coleta já roda.

03

O acervo como ativo

Cada dia que passa o banco fica maior e mais difícil de replicar. Não é conteúdo que envelhece: é o histórico de quem publicou o quê, quando, em que país e em que idioma — sobre o assunto que mais move capital no mundo.

O que sustenta a vantagem

o que um concorrente teria que refazer do zero
01

O banco de fontes

21.808 fontes validadas uma a uma, em 201 países. Lista pronta da internet não serve: agência grande não tem mais RSS público, e metade do que interessa está em veículo que ninguém fora do país conhece.

02

O filtro que lê CJK

Em coreano a Nvidia é 엔비디아; em chinês, a Alibaba é 阿里巴巴. Quem monta o filtro só com alfabeto latino fica cego no Japão, na China e na Coreia — que é onde a corrida corre mais rápido.

03

O custo

O motor inteiro roda por poucos dólares por mês, com teto travado em código. O regex derruba 98% do volume antes de qualquer chamada de modelo — é isso que separa uma operação viável de uma conta de milhares de dólares.

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