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Zoom e financeiras adotam selo Proof of Human da World

A integração permite que usuários do Zoom exibam um selo azul após passar pela verificação de íris do World ID, visando impedir fraudes e deepfakes.

19 de out., 14:03 6 fontes · 3 países Segurança Produto
Segurança
Tela de chamada de vídeo com selo azul indicando verificação de humano Foto: Andrea Piacquadio / Pexels

Zoom e diversas grandes instituições financeiras passaram a oferecer o selo “Proof of Human” da World, iniciativa de Sam Altman que usa verificação de íris para confirmar a presença humana em chamadas de vídeo. Quando o participante completa os desafios de segurança do World ID, aparece na tela um pequeno selo azul que indica que ele é uma pessoa real e não um bot ou deepfake. A integração visa proteger conversas de alto risco contra fraudes facilitadas por agentes de IA.

Como o selo é concedido

Para receber o selo, o usuário precisa passar pelas etapas de verificação do World ID, que incluem a captura da íris por meio do dispositivo orb da World. Esse processo cria um registro criptografado da biométrica, que serve como prova de que a pessoa é única e verdadeira. Após a validação, o selo azul aparece ao lado do nome do participante na interface do Zoom, sinalizando a outros que a identidade foi confirmada.

Tecnologia por trás do World ID

O orb utilizado tem aproximadamente o tamanho de uma bola de futebol e filma a íris, um traço biométrico único para cada indivíduo. Em vez de armazenar os dados em um banco central, o World ID emprega criptografia avançada que codifica a identidade de forma que nem a própria World possa ler as informações brutas. Essa abordagem pretende garantir privacidade enquanto oferece um registro à prova de adulteração.

Por que as empresas estão adotando o recurso

O objetivo é impedir que golpistas utilizem deepfakes ou agentes de IA para se passar por executivos e induzir funcionários a transferir dinheiro ou divulgar informações sigilosas. Defensores da tecnologia afirmam que a combinação de verificação biométrica e criptografia reduz esses riscos de forma eficaz. Entretanto, alguns especialistas alertam que a coleta de dados de íris pode gerar preocupações de vigilância e uso indevido das informações biométricas.

Detalhes ainda não divulgados

Apurado em 6 fontes

Fortune (Estados Unidos)

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