Em 2 de outubro de 2026, o vice‑presidente dos Estados Unidos, JD Vance, comparou o entusiasmo em torno da inteligência artificial à pandemia de COVID‑19, segundo a News.am (Armênia) e o Vedemosti (Rússia).
Comparação com a pandemia
Segundo a News.am (russo) e o Vedemosti, Vance declarou que a sensação de pânico que envolve a IA lembra o que se viu durante a COVID‑19, quando os riscos eram reais, mas as respostas nem sempre foram proporcionais ao seu tamanho.
Responsabilidade dos desenvolvedores
O vice‑presidente afirmou que a principal responsabilidade pelos possíveis efeitos colaterais do desenvolvimento de IA deve caber às empresas que criam as tecnologias, e não ao governo. Ele utilizou a metáfora do “monstro de Frankenstein” para alertar que quem libera a tecnologia deve arcar com as consequências.
Crítica à regulamentação governamental
Vance também manifestou preocupação de que as atuais tentativas de criar um sistema regulatório para a IA estejam, na prática, isentando os desenvolvedores de responsabilidade e não considerando adequadamente os riscos reais, conforme apontado pelas mesmas fontes.

Posição anterior sobre regulamentação
Segundo o Vedemosti, em ocasiões anteriores Vance havia instado as empresas que desenvolvem sistemas de IA potencialmente perigosos a não procurarem autoridades com pedidos de regulamentação, dizendo que, se estiverem criando um “Frankenstein”, deveriam parar.
Entrevista à NBC News
As declarações foram feitas em uma entrevista concedida ao canal NBC News, conforme indicado tanto pela News.am quanto pelo Vedemosti.
O que ainda não foi divulgado
- Quais medidas regulatórias específicas foram citadas como inadequadas.
- Eventuais dados ou exemplos de riscos da IA mencionados por Vance.
- Detalhes completos da entrevista, como local exato e perguntas adicionais além da data de 2 de outubro de 2026.


