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União Europeia avalia restringir redes sociais e chatbots para menores de 15 anos

A União Europeia avalia restringir redes sociais e chatbots para menores de 15 anos, segundo Bloomberg Businessweek. Medida impactaria big tech e sistemas de IA

14 de set., 17:28 10 fontes · 7 países Regulação Regulação
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Criança usando smartphone em frente ao Parlamento Europeu Foto: ANA TINCA / Pexels

A União Europeia está avaliando restringir o acesso de crianças com menos de 15 anos a redes sociais e chatbots, segundo a Bloomberg Businessweek. A medida, ainda em análise, seria um dos passos mais rígidos da UE para proteger jovens no mundo digital, impactando diretamente plataformas de big tech e sistemas de inteligência artificial conversacional.

O que está sendo considerado

De acordo com a Bloomberg, os reguladores europeus estão estudando limites etários mais rígidos para o uso de serviços digitais por crianças. A proposta abrange redes sociais tradicionais e chatbots baseados em IA, como os da OpenAI, Google e Meta. A idade de 15 anos é a referência: abaixo dela, o acesso seria proibido ou exigiria autorização parental. A Bloomberg não disse quais plataformas específicas seriam afetadas, nem o cronograma para a implementação.

Contexto regulatório europeu

A ideia se encaixa em um movimento maior da UE para regular o mundo digital. O bloco já aprovou o Digital Services Act (DSA), que exige transparência e responsabilidade das plataformas, e o AI Act, que regula sistemas de IA. A restrição a menores de 15 anos seria um resultado dessas leis, com foco na proteção de dados e no bem-estar infantil. A Bloomberg não disse se a proposta é parte de uma nova lei ou uma atualização das existentes.

Impacto potencial para big techs e IA

Se aprovada, a medida poderia fazer com que redes sociais e desenvolvedores de chatbots usem sistemas de verificação de idade mais rigorosos. Para Meta (Facebook, Instagram), TikTok e Snapchat, o impacto é imediato na base de usuários adolescentes. Na IA, chatbots como o ChatGPT e o Bard teriam que restringir ou adaptar suas funcionalidades para a criança. A Bloomberg não disse se a regra vale apenas para o que opera na UE ou afeta empresas globais no bloco.

O que ainda não foi divulgado

Apurado em 10 fontes

Bloomberg Businessweek (Estados Unidos)

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