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UE propõe banir redes sociais e IA para menores de 15 anos

União Europeia planeja proibir redes sociais, chatbots de IA, videochamadas e jogos online para crianças abaixo de 15 anos, com verificação de idade e taxas par

15 de set., 05:51 17 fontes · 12 países Regulação Regulação
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Bandeira da União Europeia em frente à sede da Comissão Europeia em Bruxelas Foto: Marco / Pexels

A Comissão Europeia vai apresentar na quinta‑feira um pacote que proíbe redes sociais e chatbots de IA para menores de 15 anos. A proposta, vista pela Reuters, integra o EU Kids Act e ainda barra videochamadas, jogos online e plataformas de vídeo para crianças.

Segundo o Ukrainian National News, considerada a mais ampla já feita para proteger crianças de riscos online, a medida será anunciada por Ursula von der Leyen, presidente da Comissão, e Henna Virkkunen, comissária de tecnologia. O texto permite que jovens de 13 e 14 anos solicitem aos pais contas introdutórias em redes e plataformas de vídeo, com supervisão, número reduzido de contatos e limite rígido de tempo.

Verificação de idade obrigatória

Conforme o Index.hr, as regras exigem que redes sociais, plataformas de vídeo e jogos online verifiquem a idade antes de permitir conta ou download. Crianças de 3 a 12 anos teriam contas integralmente geridas pelos pais, restritas a serviços com altos padrões de segurança e adaptados à faixa etária. Menores de três anos ficariam completamente proibidos de acessar esses ambientes.

Segundo o MyJoyOnline, a proposta ainda cria uma taxa de supervisão que as empresas deverão pagar para custear a aplicação das normas e o trabalho dos reguladores. As plataformas precisarão evitar projetos que estimulem o vício e algoritmos considerados nocivos.

Criança segurando smartphone com tela de rede social iluminada
Foto: Helena Lopes / Pexels

O que cada cobertura destacou

De acordo com o The Indian Express, veículos da Ucrânia, Croácia, Gana e África do Sul deram focos diferentes. A imprensa africana ressaltou o efeito direto sobre quem tem menos de 15 anos; as agências europeias destacaram o caráter inédito da proposta e a ideia de liberação gradual conforme a idade. O relato também aponta que as empresas afirmam adotar cautelas, mantendo a idade mínima de 13 anos na maioria das redes.

O que ainda não foi divulgado

Conforme o Ukrainian National News, a data exata da votação final e o cronograma de implementação não foram revelados. Também permanece incerto quais sanções serão aplicadas em caso de descumprimento da verificação de idade e como será feita a fiscalização prática da exigência parental.

Apurado em 17 fontes

Ukrainian National News (Ucrânia) · MyJoyOnline (Gana) · Index.hr (Croácia) · Daily Maverick (África do Sul) · The Indian Express (Índia)

ver as 17 fontes

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