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Trump e Xi reúnem-se na Casa Branca com IA como tema central

Encontro desta quinta-feira (24) em Washington coloca inteligência artificial no centro das negociações entre EUA e China, com impactos que podem chegar ao Bras

24 de set., 19:58 12 fontes · 6 países Segurança
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Donald Trump e Xi Jinping durante encontro na Casa Branca Foto: Ramaz Bluashvili / Pexels

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, reúnem-se nesta quinta-feira (24) na Casa Branca com a inteligência artificial como um dos principais temas da pauta. De acordo com a CBN, Trump afirmou que a conversa abordará segurança, tecnologia e a chamada "superinteligência" (SI), termo que deseja adotar no lugar de IA. Xi, por sua vez, defendeu que as duas nações, líderes na área, têm a responsabilidade de manter a tecnologia sob controle humano. O encontro também trata de tarifas, terras raras, compras agrícolas e outras questões comerciais, segundo o G1.

O que Trump e Xi disseram sobre IA

Segundo a CBN, Trump declarou que as decisões sobre inteligência artificial podem "promover a paz e a prosperidade por décadas" e que quem dominar a tecnologia "vai vencer". Ele propôs renomear IA para "superinteligência", classificando o termo atual como "mentiroso", embora tenha dito que a tecnologia é "maravilhosa". Xi Jinping, em resposta, afirmou que China e EUA são "nações líderes em IA" e que precisam garantir que a tecnologia "esteja sempre sob controle humano e sirva ao povo". A CBN informou que ambos concordaram em ampliar a cooperação e reduzir a lista de problemas bilaterais.

Trégua tarifária e impactos para o Brasil

O G1 detalha que a guerra comercial entre os dois países levou tarifas a níveis superiores a 100% em 2025, seguidas por uma trégua que foi prorrogada até 10 de janeiro de 2027. A negociação atual inclui a retirada mútua de tarifas sobre cerca de US$ 30 bilhões em produtos não sensíveis, como alimentos, energia e dispositivos médicos, além de taxas portuárias suspensas. Para o Brasil, os efeitos potenciais concentram-se no agronegócio — principalmente soja — e na mineração, diante da busca internacional por fornecedores de terras raras fora da China, segundo o G1. Qualquer mudança na relação entre Washington e Pequim pode alterar a concorrência global por mercados e insumos.

Apurado em 12 fontes

G1 (Brasil) · CBN (sitemap-news) (Brasil)

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