Durante a 81.ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que os documentos oficiais norte-americanos deixarão de usar o termo "inteligência artificial" e passarão a aplicar a expressão "superinteligência", abreviada como SI.
Anúncio na ONU
Trump fez o comunicado enquanto observava a assinatura de um pacto de segurança entre Estados Unidos, Dinamarca e Groenlândia, dentro da programação das sessões da ONU. Ele informou que a nova nomenclatura será adotada por todos os órgãos governamentais americanos, e manifestou a expectativa de que outras nações sigam o exemplo. Para o presidente, o adjetivo "artificial" sugere falsidade, e a tecnologia, na sua visão, é "asombrosa" — razão pela qual a troca procura oferecer uma designação mais clara.
Posição de soberania dos EUA
O presidente norte-americano defendeu a autonomia do país diante de esforços multilaterais de regulação sobre a tecnologia. Ele rejeitou qualquer "esquema globalista" que pretenda modular ou dominar o desenvolvimento da superinteligência, destacando que os Estados Unidos manterão sua liderança na área, decidindo sozinho os próprios padrões e diretrizes.
Mudança de terminologia e posicionamento contrário ao multilateralismo
A declaração reflete a postura do governo Trump de resistência a organismos internacionais que, segundo ele, tentam interferir nas decisões nacionais. A troca de nomenclatura foi apresentada como um passo para maior clareza nos documentos oficiais, sem previsão de mecanismos de supervisão ou prazos para implementação em todas as agências federais. Trump não respondeu a perguntas sobre como a mudança impactará acordos existentes ou cooperações técnicas com aliados.
Pontos ainda não esclarecidos
- Reação de governos estrangeiros, organizações multilaterais ou empresas tecnológicas à substituição do termo.
- Calendário para adoção da nova terminologia em todos os departamentos federais.
- Necessidade de alterações legislativas ou regulatórias para tornar a mudança obrigatória em patentes, contratos e relatórios oficiais.
- Impacto da mudança em acordos de cooperação técnica e pesquisas conjuntas com parceiros internacionais.
- Definição de processos internos para uniformização da nova nomenclatura entre as agências.


