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Trump manda usar 'super intelligence' em vez de IA nos EUA

DOJ dos EUA determina 'super intelligence' ao invés de 'IA' por ordem de Trump; TechEconomy questiona efeito no mercado.

06 de out., 20:19 3 fontes · 3 países Regulação
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Servidores do Departamento de Justiça dos EUA em reunião Foto: Nikolay Demirev / Pexels

Segundo a Reuters (Reino Unido) e a CNA (Singapura), o Departamento de Justiça dos Estados Unidos instruiu seus funcionários a substituir a expressão 'inteligência artificial' por 'super intelligence', seguindo uma ordem do presidente Donald Trump.

A manchete da Reuters afirma que o órgão pediu aos seus servidores que utilizem o termo 'super intelligence' em vez de 'inteligência artificial'. Essa instrução surge diretamente de uma ordem executiva atribuída ao presidente Trump. A CNA de Singapura publica a mesma informação, confirmando que a orientação vem de uma ordem de Trump. Nenhuma das duas publicações menciona prazo para a mudança, eventuais sanções por descumprimento ou a abrangência da medida além do Departamento de Justiça.

Questão levantada pela TechEconomy sobre a indústria de tecnologia

A publicação TechEconomy traz a manchete "Trump's 'Super Intelligence' Order: Will US Tech Gadgets Drop the AI Tag?" e coloca em aberto se a mudança de nomencladura imposta ao governo federal poderá levar os aparelhos e softwares dos EUA a abandonarem a etiqueta 'IA' em favor de 'super intelligence'. O artigo não aponta nenhum plano concreto de empresas para adotar o novo termo, limitando‑se a apresentar a possibilidade como uma hipótese aberta.

Onde a cobertura diverge

Enquanto a Reuters e a CNA concentram‑se exclusivamente na ordem interna do Departamento de Justiça, a TechEconomy abre o debate sobre os possíveis efeitos setoriais, questionando se a nova terminologia chegará ao mercado de consumo. Essa diferença de enfoque mostra como o mesmo fato pode ser interpretado como uma simples instrução governamental por um lado e, por outro, como um indicativo de mudança mais ampla na linguagem da indústria de tecnologia. Nenhuma das fontes fornece números sobre quantas agências ou empresas seriam afetadas, nem menciona reações de congressistas ou de lideranças do setor tecnológico.

Apurado em 3 fontes

Reuters (Reino Unido) · TechEconomy · CNA (Singapura)

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