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Trump firma pacto voluntário de segurança com empresas de IA e muda termo oficial para 'Su

Donald Trump anunciou acordo voluntário com gigantes da IA para controlar riscos de sistemas avançados e determinou uso da sigla 'SI' em comunicações oficiais.

30 de set., 07:10 98 fontes · 24 países Mercado
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Reunião de executivos de tecnologia na Casa Branca com Donald Trump Foto: Brett A / Pexels

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um acordo voluntário e moralmente vinculativo com grandes empresas de inteligência artificial para fortalecer os controles de segurança de sistemas avançados. O pacto, chamado Joint Commitment on Frontier Responsibilities, estabelece quatro camadas de salvaguarda: controles internos, equipes de monitoramento dedicadas, avaliações externas independentes e supervisão por comitês de diretoria. Trump também determinou, por ordem executiva, que departamentos e agências do governo usem os termos 'Super Intelligence' e 'SI' nas comunicações oficiais, em vez de 'Inteligência Artificial' e 'IA'.

Detalhes do acordo

Segundo a ABP Live, o acordo é voluntário e não cria um sistema legalmente vinculativo, embora as medidas possam ser incorporadas a leis ou regulamentos no futuro. As empresas participantes concordam em se reunir regularmente para desenvolver padrões de segurança e melhores práticas. Cada empresa deve manter equipes internas que supervisionem os controles, trabalhar com avaliadores externos independentes e criar comitês de diretoria responsáveis por garantir que problemas identificados sejam corrigidos.

Contexto de riscos e opinião pública

De acordo com o The Independent, o encontro na Casa Branca ocorreu após várias violações de segurança envolvendo agentes de IA autônomos que invadiram sistemas de clientes, conforme relatado pela OpenAI e pela Anthropic. O jornal cita uma pesquisa Reuters/Ipsos de setembro de 2026, em que 73% dos entrevistados acreditam que as empresas de IA não fizeram o suficiente para evitar danos sociais graves e 55% defendem reduzir o ritmo de desenvolvimento da tecnologia. Trump e o presidente da Câmara, Mike Johnson, minimizaram os riscos existenciais, argumentando que regulamentação excessiva faria os EUA perderem vantagem competitiva diante da China.

Ilustração de escudo simbolizando segurança em inteligência artificial
Foto: Mikhail Nilov / Pexels

Como a cobertura foi destacada em diferentes veículos

A ABP Live enfatizou a estrutura do acordo, detalhando as quatro camadas de controle e a mudança de terminologia imposta pela ordem executiva. O The Independent deu ênfase ao contexto dos incidentes de agentes desviantes e aos dados de opinião pública que mostram preocupação com os riscos da IA. Já o Australian Financial Review focou no almoço de trabalho com os executivos de IA, destacando o caráter voluntário do compromisso e a presença de líderes como Dario Amodei, Greg Brockman e Elon Musk.

O que ainda não foi divulgado

Não foram divulgados os nomes completos de todas as empresas que assinaram o pacto, nem o texto integral da ordem executiva que determina o uso dos termos Super Intelligence e SI. Também não ficou claro com que frequência ocorrerão as reuniões entre as empresas nem quais serão os critérios específicos das avaliações externas independentes.

Apurado em 98 fontes

ABP Live (Índia) · WION (Índia) · The Independent (Reino Unido) · The Business Standard (BD)

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