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Thales fortalece gestão de segurança de dados com CipherTrust DSPM para riscos da IA

Thales lança CipherTrust DSPM, solução que combina descoberta, classificação e proteção de dados contra ameaças emergentes da inteligência artificial.

01 de out., 21:16 10 fontes · 8 países Segurança
Segurança
Sala de servidores com telas mostrando gráficos de segurança de dados Foto: Brett Sayles / Pexels

Thales lançou, em 1º de outubro de 2026, a CipherTrust Data Security Posture Management (DSPM), descrita pela empresa como a primeira solução de gerenciamento de postura de segurança de dados voltada para enfrentar os riscos emergentes da IA.

Recursos da CipherTrust DSPM

A plataforma reúne recursos de descoberta de dados, análise de riscos e proteção integrada, conforme apurado pelo Jornal de Barueri. Ela permite que as organizações avancem da simples identificação de vulnerabilidades para a redução ativa de riscos aos dados.

A ferramenta combina a descoberta e classificação de dados confidenciais com informações sobre postura de segurança, acesso, atividade e comportamento, a fim de priorizar os riscos mais significativos, destaca o mesmo veículo.

O Jornal de Barueri ainda destaca que a CipherTrust DSPM oferece medidas corretivas mais robustas por meio da aplicação integrada de políticas e fluxos de trabalho que criptografam, tokenizam ou mascaram automaticamente os dados confidenciais expostos.

Dessa forma, as equipes de segurança podem passar da análise à ação sem sair da plataforma, conforme o artigo.

Impacto da IA nos riscos de dados

Conforme o Jornal de Barueri, os dados confidenciais estão cada vez mais distribuídos por infraestrutura em nuvem, aplicativos SaaS, sistemas locais, ambientes de análise e terceiros.

A IA intensifica esse desafio, pois assistentes virtuais, aplicativos e agentes autônomos obtêm acesso a dados corporativos, fazendo com que as informações migrem para novos repositórios e fluxos de trabalho em velocidade muito maior do que a governança tradicional consegue acompanhar.

Analista de segurança analisando logs em tela
Foto: Tima Miroshnichenko / Pexels

As equipes de segurança precisam entender não apenas onde os dados estão, mas também quem ou o que pode acessá-los, como estão sendo utilizados e quais exposições representam o maior risco.

É ainda mais importante saber como reduzir automaticamente esse risco, algo que a CipherTrust DSPM se propõe a fazer.

Posicionamento da Thales

O Jornal de Barueri cita Todd Moore, vice-presidente de Produtos de Segurança de Dados da Thales, afirmando que as organizações não precisam de mais uma ferramenta de segurança que simplesmente forneça uma lista maior de problemas a serem investigados.

Elas precisam compreender quais dados sensíveis estão realmente em risco e tomar medidas diretas para mitigar esse risco, segundo ele.

Moore acrescentou que, enquanto a remediação tradicional de DSPM geralmente se concentra em restringir o acesso aos dados, a CipherTrust DSPM vai além, pois vincula os riscos às medidas de proteção, como criptografia, mascaramento ou tokenização, nativamente dentro da plataforma.

Apurado em 10 fontes

CNBC (Estados Unidos)

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