Serve Robotics, empresa que saiu do Uber, anuncia parceria com Grubhub para entregar alimentos com robots de calçada nos EUA. O acordo começa em Chicago, Los Angeles e Alexandria, tornando a empresa a terceira grande plataforma de delivery a usar a tecnologia. A Serve já tem mais de 2.000 robots implantados nos EUA, atendendo 3 milhões de pessoas e 4.000 restaurantes.
Expansão inicial e novos mercados
- Parceria começa em Chicago, Los Angeles e Alexandria, Virginia
- É a terceira grande plataforma de delivery dos EUA a usar robots da Serve, depois de Uber Eats e DoorDash
- Acordo inclui mais de 100 comerciantes em Chicago e quase 200 em Los Angeles
- Serve entra em dois novos mercados com DoorDash: Washington DC e San Jose, seu setimo e oitavo mercado
- Alcance agora cobre cerca de 8 milhões de pessoas, incluindo Atlanta, Dallas e Miami
- Empresa testa micro-depots, pequenas bases baratas, para expandir a novos bairros sem construir grandes instalações
- Serve deixou de ser só delivery de calçada, expandindo para robots hospitalares e publicidade em robots
Contexto da perda da aliança com Uber
- Serve perdeu aliança com Uber Eats após saída do Uber do capital da empresa
- Empresa apontou queda nos volumes de pedidos e visões divergentes como razões para não renovar
- Parceria com Grubhub vista como forma de compensar o volume perdido
Diversificação: robots hospitalares e publicidade
- Em 2026, Serve comprou Diligent Robotics, criadora do robô hospitalar Moxi
- Lançou Moxi 2.0, versão mais rápida, para hospitais em Chicago e Los Angeles
- Serve estreou publicidade em robots com o personagem Chomp, co-criado com Grubhub, usando os robots como outdoors móveis
PANORAMA: Onde a cobertura diverge
A CNA de Singapura apresenta a parceria como expansão factual do serviço de entrega de robots, focando nos mercados iniciais e na perda da aliança com Uber Eats. The Next Web, dos Países Baixos, enquadra o movimento como um passo que consolida a Serve como a infraestrutura neutra do delivery americano, apostando que os robots, e não os apps, são o ativo valioso. A imprensa tecnológica também destaca a diversificação para robots hospitalares, publicidade em robots e expansão para a saúde.


