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Sam Altman na G20: uso de IA é não negociável

Sam Altman diz que uso de IA é não negociável na G20, prevê boom empreendedor e alerta sobre riscos de segurança.

03 de set., 00:54 5 fontes · 3 países Mercado
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Reunião do G20 com líderes e executivos de tecnologia Foto: wal_ 172619 / Pexels

Sam Altman, CEO da OpenAI, declarou na reunião ministerial do G20 em Chapel Hill, EUA, que o uso de inteligência artificial é não negociável para os países.

Ele falou na quarta‑feira, 3 de setembro de 2026, durante a segunda jornada da reunião ministerial do G20 para inovação. Disse que os ganhos econômicos e sociais da inteligência artificial são tão vastos que nenhuma nação pode ignorá‑los.

Comparação com a eletricidade e visão de ubiquidade

Altman comparou a difusão da IA à electrificação da economia. Afirmou que, daqui a dez anos, a tecnologia estará tão enraizada na produção e no dia a dia que deixará de ser vista como algo separado.

Segundo ele, uma criança que nasce hoje nunca será mais inteligente que a IA e nunca viverá em um mundo onde todo produto ou serviço com o qual interage não seja altamente capaz e útil.

Previsão de maior boom empreendedor da história

Ele projetou que a IA vai gerar “o maior boom de empreendedorismo e de criação e desenvolvimento de pequenas empresas que o mundo já viu”. Isso permitiria a quem tem boas ideias, mas falta capital, know‑how ou recursos, usar a tecnologia para executar tarefas complexas.

Jovem empreendedor usando laptop em escritório moderno
Foto: Startup Stock Photos / Pexels

Citou exemplos como o desenvolvimento de novas tecnologias e a gestão de cadeias de suprimentos, áreas onde a IA poderia reduzir a necessidade de investimentos iniciais elevados.

Alertas sobre riscos de segurança cibernética e regulação

Apesar do otimismo, Altman alertou que o avanço acelerado da IA traz riscos sérios, principalmente na segurança cibernética, e que falhas nessa defesa podem provocar reações que atrasem o progresso tecnológico.

Ele também mencionou que Alex Karp, CEO da Palantir, defendeu que as regras para a IA devem ser feitas por quem entende profundamente a tecnologia e suas consequências, embora não seja contrário à regulação em si.

Karp acrescentou que regulamentações podem afetar nações que buscam se proteger, mas ressaltou que não é contra a regulação; apenas destaca a dificuldade de prever efeitos a longo prazo dessas medidas.

O que ainda não foi divulgado

Apurado em 5 fontes

News.ro (Romênia)

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