A professora grega Christina Delimitrou, recém‑nomeada professora associada do Massachusetts Institute of Technology (MIT), está investigando maneiras de reduzir o consumo de energia dos grandes data centers, segundo relatado pela iefimerida.gr e pela Efsyn em 18 de outubro de 2026.
A rápida difusão da inteligência artificial está criando um novo desafio para a economia global e o meio ambiente: o aumento da demanda elétrica pelos data centers, que estão se tornando infraestruturas críticas da sociedade contemporânea.
A construção de novos locais de pressão sobre as redes elétricas, enquanto uma parcela significativa da capacidade computacional já disponível permanece inutilizada.
Segundo a iefimerida.gr, durante seus estudos na Stanford, a professora Delimitrou observou que muitos sistemas de computação em larga escala funcionavam em torno de 15 % de sua capacidade total, apesar do crescimento da demanda por processamento.
Segundo a iefimerida.gr e a Efsyn, a equipe dela no MIT utiliza técnicas de aprendizado de máquina para melhorar a eficiência, a segurança e a confiabilidade dos grandes sistemas computacionais, reduzindo a necessidade de construir novas instalações.
Segundo as mesmas fontes, o objetivo é aumentar a utilização dos recursos existentes, permitindo que mais aplicações sejam executadas com menos consumo de energia, sem comprometer desempenho ou confiabilidade.
Segundo a iefimerida.gr e a Efsyn, um exemplo citado é a ferramenta Seer, que emprega aprendizado profundo para prever e evitar falhas nos data centers, contribuindo para a otimização do uso de energia.

Em entrevista à ΑΠΕ‑ΜΠE, a professora destacou que garantir o desenvolvimento sustentável da inteligência artificial é um dos principais desafios tecnológicos dos próximos anos.
Segundo as fontes, essa abordagem pode reduzir a necessidade de construção de novos data centers, aliviando a pressão sobre as redes de transmissão e distribuição de energia elétrica.
Se bem‑sucedida, a pesquisa pode diminuir a pressão sobre as redes elétricas e reduzir a pegada ambiental dos data centers, alinhando o avanço da IA com metas de sustentabilidade.
Segundo a matéria do MIT News citada pelas fontes, a equipe da professora Delimitrou desenvolve métodos de aprendizado de máquina para melhorar a eficiência, a segurança e a confiabilidade dos grandes sistemas computacionais, reduzindo a necessidade de criar nova infraestrutura.
Na mesma entrevista à ΑΠΕ‑ΜΠE, Christina Delimitrou afirmou que a inteligência artificial está mudando a forma como trabalhamos e interagimos com a tecnologia, acrescentando que esse progresso tem um custo significativo muitas vezes invisível ao usuário final.
Informações ainda não divulgadas
- data prevista para implantação em escala comercial
- métricas exatas de economia de energia obtidas nos testes piloto
- detalhes sobre parcerias com provedores de nuvem


