O presidente do Federal Reserve dos EUA, Kevin Warsh, declarou na sexta‑feira, 16 de outubro de 2026, que a inteligência artificial é a transformação mais influente na economia global que já viu em sua vida.
Expectativas de impacto segundo as fontes
Segundo a Alwakeel News, Warsh destacou que o boom dos investimentos em IA está se tornando o principal motor do crescimento do comércio global e tem impulsionado altas expressivas nos índices de Wall Street e nas bolsas asiáticas.
O Tilt (UOL) acrescenta que ele previu um efeito positivo a longo prazo, mas advertiu que o caminho será “acidentado”, com possibilidade de aumento temporário da inflação devido ao excesso de demanda e aos aportes de capital.
Ambas as fontes apontam que o presidente do Fed espera que, apesar dos obstáculos iniciais, a IA gere benefícios substanciais para a economia mundial nos próximos anos.
Incertezas e possíveis usos pela autoridade monetária
Segundo o Tilt (UOL), Warsh afirmou que, em sua posição no banco central americano, está acompanhando com sobriedade as implicações macroeconômicas da tecnologia, incluindo o risco de um choque positivo de oferta no longo prazo.

Ele também disse que o Fed poderia utilizar a IA para melhorar a análise de dados na condução da política monetária, uma possibilidade mencionada apenas pela fonte brasileira.
A Alwakeel News nota que o FMI já havia alertado sobre riscos de reversão brusca nos fluxos de investimento em IA, o que poderia gerar instabilidade financeira se o otimismo atual mudar de direção.
Visão sobre produtividade e riqueza
Segundo a Alwakeel News, Warsh acredita que economias e países que souberem aproveitar a IA tornar-se-ão mais produtivos e poderão gerar maior riqueza ao longo do tempo.
O Tilt (UOL) reforça essa ideia, afirmando que ele vê a tecnologia como um fator que pode elevar a produtividade nacional, contudo ressalta que a estrutura de mercado dessas novas tecnologias ainda é incerta.


