Segundo a Fortune India, o primeiro-ministro Narendra Modi pediu, durante a inauguração da 10ª edição do India Mobile Congress (IMC) 2026, que empresas de tecnologia, instituições financeiras e operadoras de telecom Formem um marco global para enfrentar deepfakes e fraudes cibernéticas.
A Free Press Journal informou que o evento ocorreu em Yashobhoomi, Nova Délhi, na quinta-feira, 8 de outubro de 2026, às 12h49 horário padrão da Índia, e que Modi destacou que a criminalidade cibernética não conhece fronteiras.
Contexto do IMC 2026
Ambas as fontes apontam que o IMC 2026 é a décima edição do congresso móvel indiano, realizado em Nova Délhi, e que o primeiro-ministro citou a necessidade de maior cooperação entre governos, companhias de tecnologia, telecomunicações e setor financeiro.
A Free Press Journal acrescentou que Modi mencionou a GSMA como parceira potencial na criação de um mecanismo global capaz de impedir que fraudes cheguem aos cidadãos.
Segundo a Fortune India, o líder indiano afirmou que a Índia já adquiriu experiência significativa no combate a esses riscos e está disposta a compartilhar sua abordagem com outros países.

Ênfase em confiança digital
As matérias concordam que Modi relacionou a expansão de serviços digitais em bancos, saúde, educação e governo à necessidade de confiança pública, afirmando que a escala só se sustenta quando acompanhada de segurança.
A Free Press Journal detalhou que o primeiro-ministro pediu que operadoras de telecom reforcem a segurança de redes e dispositivos, pois os celulares se tornaram portais essenciais para acesso a serviços essenciais.
Segundo a Fortune India, o premier também alertou que conteúdos gerados por IA, como deepfakes, estão se tornando cada vez mais difíceis de distinguir de material autêntico, o que exige soluções colaborativas.
Próximos passos sugeridos
A Free Press Journal registrou que Modi pediu que governos, empresas de telecom e instituições financeiras trabalhem juntos para impedir que fraudes alcancem os usuários, enfatizando a troca de informações e o desenvolvimento de padrões comuns.
Segundo a Fortune India, o primeiro-ministro concluiu afirmando que a iniciativa requer participação de todos os setores envolvidos no ecossistema digital para garantir que os cidadãos possam utilizar serviços com segurança.


