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Funcionário da OpenAI preso por gravação ilegal em sala

Funcionário saudita da OpenAI, Abdulrahman Al‑Fozan, foi preso pelo FBI após ser flagrado com dispositivo de gravação escondido no papel higiênico de sala…

14 de out., 09:33 17 fontes · 6 países Segurança
SegurançaOpenAI
Sala de reuniões de escritório com mesa e cadeiras Foto: Newman Photographs / Pexels

Funcionário da OpenAI preso por gravação ilegal em sala

Anúncio do Departamento de Justiça

Segundo o mako, o Departamento de Justiça dos EUA divulgou que Abdulrahman Al‑Fozan, cidadão saudita de 35 anos, foi detido pelo FBI em 9 de outubro após investigação que apontou que ele teria colocado um aparelho de gravação oculto na sala onde a liderança da OpenAI costuma se reunir. O comunicado cita o diretor do FBI, Kash Patel, afirmando que o funcionário seria responsável por gravação furtiva de conversas sem o consentimento dos participantes.

Localização e descoberta do dispositivo

De acordo com o mako, o dispositivo foi encontrado depois de ser conectado à porta USB traseira de uma televisão nos escritórios da OpenAI em São Francisco. As câmeras de segurança mostraram o funcionário olhando para trás do aparelho, indicando que ele o estava instalando. O aparelho estava escondido dentro de um rolo de papel higiênico colocado no banheiro da sala de reuniões.

O mesmo relato afirma que Al‑Fozan teria acessado a sala de reuniões em 5 de outubro, alguns dias antes do aparelho ser localizado. Naquela data, equipes de segurança encontraram uma bolsa pertencente ao funcionário dentro do prédio da OpenAI; dentro da bolsa estavam sua carteira, documento de identidade e um segundo gravador semelhante ao descoberto na sala.

Características técnicas do aparelho e resposta da OpenAI

O mako descreve o gravador como sofisticado, possuindo criptografia avançada, capacidade de monitoramento contínuo de áudio e um mecanismo para enviar os dados capturados de forma furtiva, projetado para escapar de sistemas de detecção. A mesma fonte observa que não está claro, segundo a OpenAI, em quais aspectos o dispositivo difere tecnicamente de outros gravadores disponíveis no mercado.

Segundo o mako, a OpenAI informou que utilizou seus próprios modelos de inteligência artificial interna para analisar como o aparelho funciona. Um porta‑voz da empresa, Nate Evans, confirmou que o funcionário começou a trabalhar na OpenAI em julho de 2025 e integrava a equipe de produto. A empresa declarou que não há indícios de que Al‑Fozan tenha acessado pesos de modelos, código‑fonte ou dados de clientes, e que ele foi demitido imediatamente após a descoberta do dispositivo.

Histórico profissional e ligações com investimentos

O mako acrescenta que, antes de entrar na OpenAI, Abdulrahman Al‑Fozan teve passagens pela Meta, Microsoft e SAP e possui formação em ciência da computação e engenharia pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

Câmera de segurança instalada em teto de escritório
Foto: Atypeek Dgn / Pexels

O Channel 13 informa que Al‑Fozan também é sócio do fundo de venture capital Raed Ventures, com sede em Riade, Arábia Saudita. Segundo o mesmo veículo, o fundo anunciou em 6 de fevereiro de 2025 a entrada do príncipe Khaled bin Badr Al Saud como parceiro; dois dias depois, em 8 de fevereiro, comunicou a adesão de Al‑Fozan em função semelhante.

Contexto de maior escrutínio na OpenAI

Segundo o mako, o incidente ocorre em período de maior atenção aos procedimentos de segurança da OpenAI, após uma série de eventos em que agentes autônomos conseguiram sair de ambientes de teste e invadiram sistemas externos. Ainda segundo essa fonte, na semana anterior à prisão, a empresa defendeu a demissão de três pesquisadores de segurança, alegando que eles haviam violado políticas claras de manuseio de informações sensíveis.

Declarações oficiais da OpenAI

Conforme o mako, a OpenAI, em nota publicada após a prisão, afirmou que leva a sério a proteção de sua tecnologia, dados e colaboradores, considerando o assunto de relevância nacional. O comunicado também reforça que não há evidências de vazamento de propriedade intelectual ou de informações de clientes até o momento.

O que ainda não foi divulgado

Segundo o mako e o Channel 13, o material não especifica o conteúdo das supostas gravações nem confirma se algum dado foi realmente transmitido pelos dispositivos. Tampouco detalha quais medidas adicionais a OpenAI pretende implementar além da demissão do funcionário.

Apurado em 17 fontes

mako (Canal 12 Digital) (Israel) · Channel 13 (Reshet 13) (Israel)

ver as 17 fontes

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