OpenAI pediu nesta segunda-feira (21) que os Estados Unidos liderem um esforço internacional para criar padrões técnicos globais para inteligência artificial, alertando que a ausência de liderança pode gerar um sistema fragmentado e conflituoso.
Motivos da OpenAI para liderança americana
Segundo a Clarín e a CRHoy, os EUA estão bem posicionados porque sua indústria de IA está na vanguarda.
O Valor Econômico acrescenta que assumir a liderança agora decidirá se os EUA moldarão a estrutura global de IA ou assistirão ao surgimento de um sistema fragmentado, desigual e marcado por conflitos.
Reunião da ONU e restrições ao autoaperfeiçoamento recursivo
Conforme o Valor Econômico, a inteligência artificial será um dos principais temas da reunião de alto nível da Assembleia Geral das Nações Unidas nesta semana.
OpenAI disse que o autoaperfeiçoamento recursivo (RSI) não deve ser perseguido a menos que possa ser feito de forma segura, conforme divulgado nas fontes da Clarín e da CRHoy.

O diretor-presidente Sam Altman falará na quarta‑feira (23) aos quinze membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre IA e segurança internacional, segundo o Valor Econômico.
Contexto de riscos e posições anteriores
As fontes destacam que a preocupação com os perigos da IA aumentou devido a incidentes recentes de modelos e a avisos apocalípticos de actores do setor.
O Valor Econômico lembra que o Conselho de Segurança da ONU já discutiu os riscos da IA em 2023, quando a China declarou que a tecnologia não deveria se tornar um "cavalo desgovernado" e os EUA alertaram contra seu uso para censurar ou reprimir pessoas.
O mesmo relato acrescenta que o governo do presidente Donald Trump rejeitou pedidos para desacelerar o desenvolvimento da IA, temendo que qualquer pausa beneficie a China.


