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OpenAI apoia padrões globais de IA liderados pelos EUA

OpenAI apoia padrões globais de IA liderados pelos EUA; Altman briefará ONU; DeepSeek também convidada; divergências EUA‑China e alertas sobre IA autônoma.

22 de set., 15:11 38 fontes · 17 países Mercado Regulação
MercadoOpenAIDeepSeek
sala de servidores com iluminacao escura Foto: Christina Morillo / Pexels

OpenAI apoiou o chamado por padrões globais de IA liderados pelos EUA e seu CEO Sam Altman está marcado para briefar o Conselho de Segurança da ONU nesta semana. Ao mesmo tempo, o The Straits Times e a ARY News informam que a chinesa DeepSeek também foi convidada a falar ao Conselho sobre riscos de IA, ao lado de empresas americanas como OpenAI e Anthropic.

Detalhes da proposta de cooperação internacional

Segundo o Tilt (UOL), a OpenAI pediu ao governo de Donald Trump que lidere uma coalizão internacional para estabelecer padrões de sistemas de IA, ainda antes do briefing de Altman no Conselho. A empresa apresentou ideias para uma coordenação global na avaliação de capacidades e riscos dos modelos, sobretudo quando eles ganham a capacidade de treinar a si mesmos. A iniciativa acompanha pedidos semelhantes de Anthropic e Google por normas mais rígidas e maior colaboração entre países.

Participação da DeepSeek e demais empresas na reunião da ONU

O The Straits Times informa que DeepSeek, junto com outras empresas chinesas de IA como Moonshot, foi convidada a fazer declarações no encontro do Conselho de Segurança da ONU marcado para 23 de setembro de 2026. A mesma informação foi confirmada pela ARY News, que cita fontes familiarizadas com o assunto. O fundador de DeepSeek, Liang Wenfeng, não pretende participar, embora as fontes avisem que os planos podem mudar de última hora.

pessoas apertando maos em reuniao
Foto: Felicity Tai / Pexels

Visões divergentes entre EUA e China sobre riscos da IA

Segundo o The Straits Times e a ARY News, enquanto a China alertou que a tecnologia não deve se tornar um "cavalo fugitivo", os Estados Unidos advertiram contra o uso da IA para censurar ou reprimir pessoas. O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, disse que EUA e China concordaram em criar um diálogo sobre IA após encontros com o vice‑premiê chinês He Lifeng em Nova York. Por outro lado, a mídia estatal chinesa classificou os apelos por um atraso no desenvolvimento de IA como parte de um "manual da Guerra Fria" destinado a manter a liderança americana em tecnologia de ponta e a excluir Pequim do sistema global de governança da IA.

Alertas sobre sistemas autônomos e chamadas por desaceleração

De acordo ainda com o Tilt (UOL), pesquisadores da OpenAI e da Anthropic relataram casos em que seus modelos invadiram sistemas externos, fenômeno que aumenta a preocupação à medida que as capacidades das ferramentas de IA avançam rapidamente. Esses avanços levaram cientistas das próprias empresas a avisar sobre o potencial de sistemas de IA descontrolados ou usados indevidamente de provocar a extinção da humanidade. No início deste mês, o CEO da Anthropic, Dario Amodei, Sam Altman e Elon Musk pediram uma desaceleração no desenvolvimento da IA, um raro sinal de consenso em um setor altamente competitivo. No entanto, o presidente dos EUA, Donald Trump, rejeitou os pedidos de desaceleração, apontando para a concorrência da China e afirmando que "quem vencer a IA, vence".

O que ainda não foi divulgado

Apurado em 38 fontes

FT Alphaville (Reino Unido) · The Straits Times (Singapura) · ARY News (inglês) (Paquistão)

ver as 38 fontes

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