OpenAI acusou um ex‑funcionário que trabalhou cerca de seis meses na empresa após vir da Apple e depois retornou à Apple de ter transferido, em 2 de junho de 2026, mais de 100 arquivos confidenciais sobre um dispositivo não lançado para contas pessoais e de ter apresentado informações sobre o produto a executivos sêniores da Apple, segundo a Lapaas Voice, em processo judicial protocolado em 14 de outubro de 2026.
Detalhes das alegações
Segundo a Lapaas Voice e o Analytics Insight, os arquivos supostamente transferidos continham imagens do dispositivo não lançado, dados de engenharia e de fabricação, especificações de fornecedores, informações sobre acabamento cosmético e relatórios de vedação e revestimento dos componentes.
- Imagens do aparelho
- Dados de engenharia
- Informações de fabricação
- Detalhes de fornecedores
- Especificações de acabamento
- Relatórios de vedação e revestimento
Posição da Apple e contexto do litígio
A Apple negou as acusações, afirmando que não encontrou evidências que sustentem as alegações e que possui políticas para impedir o uso de informações confidenciais de empregadores anteriores, segundo a ARY News e o Analytics Insight.

As alegações fazem parte de um processo movido inicialmente pela Apple, que acusou ex‑funcionários da iPhone de levar informações confidenciais para a divisão de hardware da OpenAI; a OpenAI nega tais acusações, conforme relatado pela ARY News e pelo Analytics Insight.
Nenhuma das acusações foi reconhecida como ilegal até o momento e o caso segue em curso, com a OpenAI indicando que pode buscar outras reivindicações com base na investigação, segundo a Lapaas Voice.


