A NVIDIA rejeitou um relato do New York Times que vincula uma executiva do grupo Megaspeed, Alice Huang (também conhecida como Huang Le), a suspeitas de atuação como agente de inteligência da China, afirmando que as acusações foram investigadas e desmentidas no ano anterior.
O jornal norte-americano citou fontes anônimas de agências de inteligência dos EUA sugerindo que Alice Huang teria relacionamento próximo com o CEO Jensen Huang e teria passado informações comerciais para Pequim.
Afirmações não confirmadas
Segundo o NYT, oficiais dos EUA monitoraram Alice Huang por cerca de um ano, durante os quais suspeitaram que ela estivesse envolvida em atividades de coleta de dados para os serviços de inteligência chinesa. Apesar disso, não houve confirmação oficial das acusações, e o governo chinês rotulou as alegações como “falsas e difamatórias”.

Resposta da NVIDIA
A NVIDIA declarou que as acusações anteriores contra o Megaspeed foram investigadas e desprovadas, enfatizando que os contatos de Jensen Huang com clientes são rotineiros. Além disso, a empresa ressaltou que não há evidências sugerindo que o CEO tenha conhecimento de qualquer atividade suspeita.
Contexto por trás das investigações
O caso revive preocupações anteriores sobre possíveis desvios de chip de IA da NVIDIA para empresas chinesas restringidas pelo controle de exportações. Em 2023, o Departamento de Comércio dos EUA investigou o Megaspeed após encontrar equipamentos da NVIDIA em uma data center na Malásia, ainda lacrados, alimentando suspeitas de tentativa de driblar regulamentações.
O que ainda não foi divulgado
- Detalhes sobre como exatamente a suposta ligação entre Alice Huang e os serviços de inteligência foi revelada.
- Se houve condições concretas que levaram à suspeita de tráfico de chips no valor de $2 bilhões.
- Quais foram os termos da suposta conversa entre Donald Trump e Jensen Huang sobre o caso.


