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Nvidia e Broadcom protegidos da crise de energia nos EUA

Morgan Stanley estima que os desenvolvedores de data centers dos EUA enfrentem um déficit de 34% de energia até 2028, equivalente a 32 GW.

05 de out., 19:46 4 fontes · 4 países Mercado Análise
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Servidores em uma sala de data center Foto: panumas nikhomkhai / Pexels

Nvidia e Broadcom estão protegidos da crise de energia nos EUA, segundo a Morgan Stanley.

Segundo o Yahoo Finance, a corretora Morgan Stanley afirmou que as duas empresas podem estar relativamente seguras frente a um déficit projetado de 32 gigawatts (GW) de energia nos data centers dos EUA, decorrente do boom da inteligência artificial.

A The Economic Times acrescenta que a Morgan Stanley estimou, no mês anterior, que os desenvolvedores de data centers americanos enfrentarão um déficit líquido de 34% de energia até 2028, equivalente a esse mesmo volume de 32 GW após considerar recursos como geração atrás do medidor e células de combustível.

Estimativa de déficit de energia

De acordo com a The Economic Times, esse déficit de 34% representa a lacuna entre a oferta de energia disponível e a demanda esperada pelos novos data centers que suportam cargas de trabalho de IA generativa.

A mesma fonte observa que a Morgan Stanley e o Goldman Sachs já haviam sinalizado restrições crescentes na expansão dos data centers nos EUA; enquanto o Goldman Sachs espera impacto limitado de eventos políticos de curto prazo, a Morgan Stanley aponta desafios relacionados a mão de obra, fornecimento de energia e questões políticas.

A The Economic Times reforça que a estimativa de 34% foi feita após ajustar as projeções de demanda com as possíveis contribuições de fontes de energia distribuídas e de armazenamento.

Wafer de silício com chips visíveis
Foto: SHOX ART / Pexels

Impacto na cadeia de suprimentos de chips

A The Economic Times explica que, caso a capacidade de chips não possa ser implantada devido à falta de energia, os clientes podem adiar entregas ou cancelar pedidos.

Nesse cenário, os componentes mais vulneráveis seriam memória, óptica, gerenciamento de energia e dispositivos analógicos, segundo a corretora.

Contudo, a The Economic Times cita a Morgan Stanley ao afirmar que Nvidia e Broadcom não teriam suas previsões de receita para 2027 colocadas em risco pelos gargalos de energia, graças à visibilidade das empresas sobre posicionamento de chips, expansão geográfica e coordenação entre data centers, fornecedores de semicondutores e cadeia de energia.

A mesma fonte acrescenta que, embora as duas gigantes estejam mais protegidas, outros fornecedores de componentes secundários podem enfrentar interrupções de estoque se os atrasos na implantação de chips persistirem.

O que ainda não foi divulgado

Apurado em 4 fontes

The Economic Times (Índia) · Yahoo Finance (Estados Unidos)

ver as 4 fontes

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