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Nova York restringe IA em escolas públicas a partir de setembro

Medida do Departamento de Educação atinge 600 mil alunos e proíbe o uso de IA no ensino fundamental e chatbots de apoio emocional.

03 de set., 08:52 49 fontes · 22 países Mercado Regulação
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Sala de aula com alunos usando tablets Foto: Katerina Holmes / Pexels

O Departamento de Educação de Nova York restringirá o uso de inteligência artificial nas escolas públicas a partir de setembro. A medida atinge 600 mil alunos, cerca de dois terços da rede municipal.

Regras de uso e telas

Exceções

Reações

Zohran Mamdani, prefeito da cidade, refutou a tese de que a IA seja inevitável ou necessária na educação infantil. Kamar Samuels, reitor das escolas de Nova York, afirmou que o objetivo é proteger a criatividade e a conexão humana no crescimento das crianças.

O avanço foi reconhecido por Eric Dinowitz, presidente do Comitê de Educação do Conselho Municipal, embora tenha apontado dúvidas sobre a aplicação prática das normas. Já Kelly Clancy, fundadora da Parents for AI Caution, criticou a medida e defendeu que a prefeitura deveria ter decretado uma moratória de dois anos sobre a tecnologia.

Apurado em 49 fontes

Clarín (Argentina)

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