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MTPE cria comissão de IA e robótica no trabalho

MTPE forma comissão setorial de seis meses para analisar impacto de IA, automação e robótica no mercado laboral peruano, segundo El Peruano e gestion.pe.

06 de set., 05:27 3 fontes · 2 países Regulação Explicador
Regulação
Trabalhadores em escritório usando computadores Foto: Mikhail Nilov / Pexels

MTPE criou uma comissão setorial com prazo de seis meses para analisar o impacto da inteligência artificial, automação e robotização no mercado laboral peruano, segundo El Peruano e gestion.pe.

Objetivos e atividades da comissão

Segundo El Peruano, a comissão será formada por representantes do Estado, trabalhadores e empregadores e terá como função analisar como os avanços tecnológicos podem afetar os empregos e as relações laborais do setor privado.

De acordo com gestion.pe, o grupo identificará os principais riscos, proporá ações, políticas públicas ou modificações normativas e estudará os efeitos sobre igualdade de oportunidades, não discriminação, dignidade dos trabalhadores e liberdade sindical, além de mudanças na organização e nas condições de trabalho. Ao final das atividades, elaborará um relatório técnico que subsidiará futuras medidas do MTPE.

Visão do ministro Juan Sheput

Segundo El Peruano, o ministro Juan Sheput afirmou que o país precisa de regras que permitam aproveitar a inteligência artificial e a robotização para aumentar a produtividade, mas também preparar os trabalhadores para as mudanças trazidas por essas tecnologias.

Segundo gestion.pe, ele acrescentou que os maiores níveis de produtividade estão cada vez mais vinculados ao uso de tecnologias de informação e processos automatizados e que a incorporação de tecnologia não implica necessariamente a criação de mais postos de trabalho.

Braço robótico em linha de produção
Foto: Freek Wolsink / Pexels

Contexto argentino segundo iProUP

Segundo iProUP, o mercado laboral argentino apresenta um fenômeno de enfriamento estrutural, com taxa oficial de desocupação de aproximadamente 7,8% (mais de 1,1 milhão de pessoas) e expectativa líquida de contratação empresarial quase nula, em torno de 0,1%.

Os processos de seleção se estendem por meses sem concretar ofertas, refletindo uma combinação de fatores econômicos e corporativos que levam as empresas a adotar esquemas de “reposição zero” e concentrar recursos em eficiências internas antes de expandir estrutura.

Essa situação tem afetado especialmente profissionais de tecnologia, que anteriormente desfrutavam de pleno emprego.

Apurado em 3 fontes

iProUP (Argentina) · El Peruano (Peru) · gestion.pe (Peru)

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