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Microsoft cria Xbox Labs para explorar IA nos jogos

O novo grupo vai testar aplicações de inteligência artificial para portar, modificar e dar nova vida a jogos clássicos.

14 de out., 08:04 8 fontes · 7 países Mercado Produto
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Controle de videogame próximo a um console de jogos Foto: Polina Tankilevitch / Pexels

Microsoft anunciou a criação do Xbox Labs, um pequeno grupo liderado por Scott Van Vliet, diretor de tecnologia da Xbox, e apresentado por Asha Sharma, executiva da divisão, para explorar aplicações de inteligência artificial em jogos, destacando que os jogadores acumulam mais de 72 bilhões de horas anualmente na plataforma.

Objetivos e experimentos do Xbox Labs

Segundo o El Español e o TugaTech, o Xbox Labs tem como missão facilitar o acesso a jogos, dar nova vida a títulos antigos e permitir que mais jogadores se tornem criadores, usando tecnologias emergentes como IA para portar jogos a hardware nunca antes compatível, como versões de Windows rodando em chips Apple Silicon ou jogos executados diretamente no navegador via WebAssembly e WebGPU. Segundo o Digiato, o grupo também irá testar a combinação de códigos de dois jogos distintos para criar experiências únicas, fruto de processos de decompilação e recompilação.

Impacto tecnológico e quebra de barreiras

Segundo o TugaTech e o El Español, as adaptações observadas rompem a ligação tradicional entre software e hardware e borram a fronteira entre criação e jogatina, permitindo que versões feitas para PC funcionem em processadores Apple Silicon ou em navegadores graças ao WebAssembly e WebGPU, cujo suporte global se aproxima de 90%. Segundo o Digiato, essas inovações desafiam pressupostos da indústria sobre a dependência entre código e aparelho e sobre quem pode criar e jogar.

Propriedade intelectual, modelo de negócio e futuro da IA nos jogos

Segundo o Digiato e o TugaTech, o Xbox Labs também estudará o efeito dessas modificações sobre a propriedade intelectual da marca, já que usuários independentes podem realizar otimizações e compatibilidade sem as restrições comerciais que limitam grandes editoras. Segundo o El Español, Asha Sharma ressaltou que, embora as mudanças possam desafiar os modelos de negócio atuais, os resultados são inequivocamente positivos para os jogadores, facilitando o acesso a grandes títulos e revitalizando jogos antigos. Segundo o TugaTech, a executiva lembrou que a programação foi a primeira carga de trabalho importante para agentes de IA autônomos, e que os jogadores passam mais de 72 bilhões de horas por ano na plataforma, cerca de cinco vezes o tempo global gasto escrevendo código, indicando que a IA terá papel fundamental no futuro do setor.

O que ainda não foi divulgado

Apurado em 8 fontes

El Español (Espanha) · Digiato (sitemap-news) (Irã) · TugaTech (Portugal)

ver as 8 fontes

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