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Microsoft reduz botões Copilot no Windows 11, prioriza IA local e otimiza para 8GB de RAM

Microsoft corta visibilidade de Copilot no Windows 11, foca em IA local, promete ganho de velocidade e melhor suporte a máquinas com 8GB de RAM na IFA 2026.

07 de set., 11:16 4 fontes · 3 países Infra Produto
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Tela do Windows 11 com barra de tarefas e menu Iniciar visíveis Foto: Vladimir Srajber / Pexels

Microsoft anunciou que vai reduzir a quantidade de botões Copilot visíveis no Windows 11, ao mesmo tempo em que promete melhorias significativas no tempo de inicialização e um melhor funcionamento em equipamentos com 8 GB de RAM, além de reforçar a presença de IA processada localmente no sistema.

Menos Copilot, mais IA no Windows

Segundo o Clubic, a Microsoft começou a retirar ou a renomear algumas integrações Copilot, como no Bloco de notas, onde passou a se chamar "Ferramentas de escrita", e nos aplicativos Fotos e Captura de tela, sem remover as funções de IA associadas.

Durante a conferência Acer na IFA 2026, o grupo afirmou que pretende integrar a IA mais profundamente no Windows, com menos botões na tela e mais processamento acontecendo diretamente no PC, usando CPU, GPU e NPU sempre que os recursos permitirem.

O executivo Mark Linton lembrou o antigo lema da empresa de "um PC em cada mesa e em cada lar", agora aplicado à era da IA, destacando a visão de uma "inteligência ilimitada" disponível em todas as máquinas Windows.

Desempenho e suporte a 8 GB de RAM

O TechRadar relata que a Microsoft promete "ganhos significativos" nos tempos de boot do Windows 11 e afirma que o sistema vai rodar melhor em computadores com 8 GB de memória RAM.

O Android.com.pl acrescenta que, na mesma IFA 2026, a empresa apontou avanços já observados no tempo de inicialização e na velocidade do Windows Hello, embora ainda não tenha divulgado números específicos sobre a redução de consumo de memória.

O mesmo site polonês destaca que a atualização de setembro deverá trazer opções para mover a barra de tarefas, redimensionar o menu Iniciar e remover o Bing da pesquisa do Windows, além dos trabalhos de otimização para 8 GB de RAM.

Diagrama mostrando CPU, GPU e NPU de um processador
Foto: Andrey Matveev / Pexels

IA local, Project Zenith e agentes

O Clubic descreve o Project Zenith como uma nova categoria de PC voltada ao desenvolvimento e à execução local de grandes modelos de IA, embora a Microsoft tenha afirmado que não pretende limitar esse tipo de processamento apenas a desenvolvedores ou a configurações de alto desempenho.

Segundo a mesma fonte, a estratégia permite que tarefas cotidianas sejam executadas pela CPU, GPU ou NPU da máquina, reservando os modelos de nuvem apenas para as operações mais exigentes, o que evita o consumo de tokens ou de poder de computação em data centers.

O Android.com.pl observa que os computadores Copilot+ PC ainda exigem no mínimo 16 GB de RAM, portanto aparelhos com 8 GB não conseguem usar o conjunto completo de funções relacionadas aos PCs de IA.

Ambas as fontes indicam que a Microsoft está preparando a próxima fase: agentes capazes de agir diretamente dentro do Windows, aproveitando ao máximo os recursos locais para reduzir a dependência de chamadas repetidas à nuvem.

Mark Linton levantou, na IFA 2026, a questão da autonomia desses agentes, especialmente em ambientes empresariais, onde há preocupação com a liberdade de ação de softwares que podem encadear operações por longos períodos.

Apurado em 4 fontes

TechRadar (Reino Unido) · Clubic (França) · ANDROID.COM.PL – społeczność entuzjastów technologii (Polônia)

ver as 4 fontes

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